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A prisão dos Brazão e as coincidências do caso Marielle

Por Helcio Albano

Carro onde Marielle e Anderson foram mortos/Foto: Reprodução
Carro onde Marielle e Anderson foram mortos/Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) prendeu nesta manhã (24), um Domingo de Ramos, os irmãos Brazão (Domingos e Chiquinho) apontados pela investigação como os mandantes da morte covarde de Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, na fatídica noite de 14 de março do trágico 2018.


Também foi para atrás das grades o então chefe da Polícia Civil, o delegado Rivaldo Barbosa, que teria dado o aval para o crime ocorrer e, posteriormente, não dar em nada, segundo delação do assassino confesso Ronie Lessa, vizinho do Jair no Vivendas da Barra.


Barbosa assumiu a função no dia 7 daquele mês nomeado pelo interventor federal no Rio, general Walter Braga Netto. A publicação de sua nomeação sairia em D.O. no dia 13, véspera do atentado.


A dupla presa no caso Marielle, Lessa e Queirós, não se esqueça, era do escritório do crime, onde a morte foi encomendada. E quem o chefiava? Sim, o parça do Flávio 01, Adriano da Nóbrega, morto pela polícia da Bahia numa situação - no mínimo - estranha em 9 de fevereiro de 2020. Como também foi estranha a presença do Dudu 03 bananinha no estado durante toda a semana em que ocorreu a morte do miliciano ex-capitão do Bope.


Coincidência?


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No dia 13 de fevereiro de 2020 (outra coincidência?), o Braga Netto é alçado pelo Jair a ministro-chefe da Casa Civil. Uma nomeação inesperada que todos, óbvio, ligaram à morte de Nóbrega. Como se sabe, a pasta é a mais poderosa dos ministérios.


Em 2022 o general é escolhido para ser o vice da chapa do Jair.


Tudo coincidência.


Agora, mude todos esses nomes pra gente do PT...


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.

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