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Anderson Torres, ex-ministro de Bolsonaro, deixa a cadeia após quase quatro meses


Reprodução Redes sociais
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Agenda do Poder - O ex-ministro da Justiça Anderson Torres foi solto na noite desta quinta-feira, 11, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele estava preso desde o dia 14 de janeiro por suspeita de omissão nos atos golpistas e deixou o Batalhão da Polícia Militar, onde estava detido, por volta de 21h10.


Em sua decisão, Moraes afirmou que a prisão não é mais necessária após a realização de “novas diligências policiais” e que “no presente momento da investigação criminal, as razões para a manutenção da medida cautelar extrema” terminaram e que “a eficácia da prisão preventiva já alcançou sua finalidade” após a realização dessas diligências policiais, que não foram nomeadas.



Confira as medidas cautelares que devem ser obedecidas por Torres:

  • Proibição de deixar o Distrito Federal e recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana mediante uso de tornozeleira eletrônica;

  • Afastamento imediato do cargo de delegado da Polícia Federal;

  • Obrigação de se apresentar perante o Juízo da Vara de Execuções Penais do DF em 24 horas e comparecimento semanal, sempre às segundas-feiras;

  • Proibição de se ausentar do país, com obrigação de entregar os passaportes à Justiça em 24 horas;

  • Cancelamento de todos os passaportes emitidos;

  • Suspensão imediata de quaisquer documentos de porte de arma de fogo em nome de Anderson Torres, inclusive a arma funcional;

  • Proibição de utilização de redes sociais;

  • Proibição de se comunicar com os demais envolvidos nas investigações, por qualquer meio.



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