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Bozo indiciado, Barra, Balneário Camburiú e a capital dos novos ricos

Por Helcio Albano

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução


Bolsonaro e seus parças da Orcrim conhecida como "Quadrilha do Vivendas" (de qual faz parte o alcagueta e assassino confesso Ronnie Lessa), já podem ser oficialmente chamados de ladrões de joias. Sim, oficialmente, porque a PF encerrou as investigações e indiciou os trombadinhas do patrimônio público.


A ação desses caras foi tão mandrake e cleptomaníaca, que foram capazes de se apropriar de "bugigangas" mesmo tendo o controle de todo o orçamento da União. É muita compulsão por roubar.


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Nessa mesma semana, ficamos sabendo que o 01 quitou sua mansão em Brasília com R$ 3,4 milhões. O imóvel localizado na área mais nobre da capital federal, teria valor de mercado de R$ 18 mi, mas foi adquirido pelo delfim pela bagatela de R$ 6 mi em 2022, com financiamento suave de 60 meses pelo BRB.


Não precisou esperar tanto pra pegar a escritura definitiva. Será o dindim da comissão pela privatização das praias?


E, veja bocê! Nesse ínterim, vem à tona as estripulias rachadônicas do Carluxo 02 na Câmara do Rio. Após quebra de sigilo, com ele foi encontrado um arsenal de perfis falsos em redes sociais e de contas telefônicas, com logins e senhas armazenados num arquivo à parte bem escondido, mas que não passou batido pela polícia. Taí como o "gênio" das estratégias digitais do papai operava.


A família Bolsonaro é isso aí. Uma Orcrim.


Aqui não entrou o 03, a Micheque e os agregados porque o espaço é pequeno, mas o suficiente pra dizer que o 04, que dizia pegar a filha do Lessa no Vivendas, se prepara pra conseguir a vereança na Gothan City brazuca, Balneário Camboriú, que já desbancou a Barra a gente sabe no quê....


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.

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