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Bozo, quieto, é antes de tudo um covarde

Por Helcio Albano

Bolsonaro chega ao Palácio do Planalto em silêncio após derrota para Lula (foto: Evaristo Sa/AFP)
Bolsonaro chega ao Palácio do Planalto em silêncio após derrota para Lula (foto: Evaristo Sa/AFP)

O bozo é antes de tudo um covarde. Derrotado nas urnas, segue em silêncio até pra desmentir o pé na bunda que teria levado da excelentíssima senhora primeira-dama Michelle de Paula Firmo. Que a essa altura já deve assinar o nome sem a marca da besta.


O silêncio talvez sirva como apito de cachorro pra que, com apoio da PRF, arruaceiros continuem azucrinando a vida dos brasileiros nesse grande teatro bufo armado nas rodovias do país.


A algazarra disfarçada de manifestação - ou mimimi de perdedor, pra usar o bolsonariquês - já dá prejuízos. E até o gado reclama. Enquanto o rito do "beija mão" do vencedor pós-eleição segue intenso em Brasília. Rei morto, rei posto. A vida é assim. E, na política, com requintes de crueldade.



Hoje a Folha de S. Paulo traz uma lista dos crimes do energúmeno somente no âmbito eleitoral que podem torná-lo inelegível: farra com dinheiro público no bolsa caminhoneiro e taxista, no Auxílio Brasil, uso ilegal da máquina estatal no 7 de Setembro e de rede de fake news e por aí vai. Fora os crimes comuns e de responsabilidade que podem levá-lo em cana já em 2023.


Será que por causa disso a desgraça já pense em deixar o país e escalar o Mourão pra transmitir a faixa a Luís Inácio? Sobre isso, aproveito pra fazer uma enquete: Em qual morada na Terra habitará o capeta?


O pastor Alair Lima, hoje um interlocutor qualificado deste escriba, se mostrou apreensivo com essa questão dos baderneiros das estradas. Se assossegue.


São um bando de cães desdentados que só latem.


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.



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