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Contrariado, Bozo pensa em dar 'baculejo' nas eleições - por Helcio Albano


Os mais novos, sobretudo os que não são do subúrbio ou da área rural, talvez não conheçam a expressão "baculejo". Usada entre os jogadores de bola de gude quando um deles, na iminência da derrota, mete a mão nas bolas e sai correndo.


Com inflação alta, e agora Bruno e Dom e outros desatinos fuçando o cangote, o excrementíssimo já não esconde das moscas que o cercam que, caso se convença da derrota iminente para Luís Inácio, o que ele chama de "cenário trágico", vai melar o jogo e cancelar as eleições. As informações são da colunista Bela Megale, de O Globo.


O coisa ruim, que desacredita em público os institutos de pesquisa que o desfavorecem, sabe que a água já bateu no queixo e continua a subir e não há autoengano "DataPovo" que o salve do naufrágio.



O último Datafolha, parâmetro decisório de políticos e partidos em todo o país, trouxe um aglomerado de más notícias à besta. De cara, estar 19 pontos atrás de Lula (48x27), com rejeição mortal de 60% que não votam no ser abjeto de jeito nenhum.


Resta saber se a notícia é mais uma das plantações da Megale a mando dos milicos em sua permanente guerra psicológica no teatro de operações da eleição. A ver.


Na brincadeira de bola de gude, quem dá o baculejo confia na força, coragem e nas suas pernas pra poder fugir e se esconder.


Definitivamente, o coisa ruim é um frangote e não tem nenhum desses predicados.

 

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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.



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