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Escrevendo a PAZ - por Rofa Araújo


Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Como escrever a PAZ? Se fosse há anos escreveríamos com pena que era a caneta da época. E com “pena” vislumbramos essa alvura ser manchada de vermelho, em nossa sociedade. Será que somente a guerra expressa através das figuras bélicas como tanques, mísseis, armas é que “mancham” a PAZ de que falamos? O que dizer daquela produzida pelo ódio, vingança, abandono que talvez pintem ainda mais da cor de sangue, a branca tranquilidade buscada por todos. 

        

Para um mundo de PAZ é preciso AMOR no coração de todo ser humano. E isso é algo que vem desde a gestação, do parto, da criação, da família. Uma criança que não está cercada do carinho tende a agregar o ódio, o desprezo, a amargura, o que mais tarde pode motivar uma “guerra interior” que se exteriorizará, numa questão de tempo, em suas mais variadas maneiras. É preciso uma vida inteira para se combater a violência e buscar a PAZ, desde a gestação até a vida adulta.



As únicas “armas” que devem ser usadas na vida que, com certeza, vão fazer a diferença para chegarmos a um mundo melhor é: “ATIRAR”, comunicar o amor de Deus para todo lado, para que todos o possuam e o retribuam; “ESFAQUEAR” o ódio de nosso coração, para deixá-lo livre para que Cristo o habite; “BATER” na tristeza, não permitindo que tome conta de nossos pensamentos. Só assim, sem dúvidas, MATAREMOS A VIOLÊNCIA e viveremos a PAZ.

        

E estaremos como pessoas conscientes e responsáveis, respeitando raças, defeitos, opiniões e diferenças, não fazendo disso uma “guerra” pessoal, mas transformando o mundo, ESCREVENDO com três letras, a palavra fundamental para a resolução de grande parte dos problemas globais da humanidade: PAZ. E que Deus nos abençoe!    


   Este artigo não representa a opinião do Jornal Daki e é de responsabilidade do colunista.


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Rofa Araujo é jornalista, escritor (cronista, contista e poeta), mestre em Estudos Literários (UERJ), professor, palestrante, filósofo e teólogo.



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