top of page

'Eu quis limpar a barra dele', diz amigo de Robinho que admitiu ter mentido para a polícia italiana

Falco, amigo do jogador também foi condenado a 9 anos de prisão por estupro; ele se entregou na última sexta-feira, 7

Robinho foi condenado na Itália - Foto: Reprodução
Robinho foi condenado na Itália - Foto: Reprodução

Ricardo Falco, amigo de Robinho, concedeu uma longa entrevista ao Domingo Espetacular e disse que não falou tudo o que sabe sobre a noite que o ex-jogador estuprou uma albanesa segundo a polícia italiana. "Me arrependo de não falar toda a verdade e toda a verdade e tudo o que eu vi. Eu menti", admitiu. "Agora vou dizer toda verdade, eu precisava colocar tudo para fora, falar tudo.


Quero que acabe isso, faz cinco anos que minha vida é um pesadelo, é um fantasma em cima de mim. Quero me entregar, passar o que tem que passar, voltar minha vida do zero e ser a pessoa que sempre fui", acrescentou.


De acordo com o relato de Falco ao jornalista Roberto Cabrini, a garota albanesa já estava com intenções de ficar com Robinho. "Tudo não durou nem 10 minutos, te garanto. Seis homens estavam lá dentro, mas não foram todos que tiveram relação, só dois. Outros dois tiveram relação oral. Eu e mais um não tivemos contato com a vítima. Foi uma orgia", relembrou ao jornalístico da Record na noite desse domingo (9).


No primeiro depoimento que deu para a polícia, reconheceu: "Eu quis limpar a barra dele, não foi nem pra mim porque não fiz nada. O único depoimento que dei foi como testemunha. Se tivesse câmera de segurança ele estava lascado, ia pegar as imagens e ia provar que teve relação. Na verdade, para mim, seria até bom que tivesse câmera, ia aparecer que eu não fiz nada. Eu combinei depoimento pensando nele, para ser fiel à amizade".


"O problema é o seguinte: não cometemos crime. Ele (Robinho) foi lá no depoimento e foi sincero, falou que teve relação. Eu não tive, o que ele fala não me interessa, o que importa para mim é o que a vítima fala, eu nem encostei na menina.


Falco continuou: "Eu achava que ele era um cara bacana, sentia que ele confiava em mim a ponto de levar meus amigos e dar um cartão para gastarmos a noite".


No entanto, se sentiu traído. "Sinto que fui traído. Pretendo dizer para ele que me senti um homem traído, ele nunca me ligou para ver se estava tudo bem. Ele tentou desviar o foco e jogou o foco para mim. Eu já classifiquei ele como um cara traíra, mas, analisando friamente, eu analiso ele como um cara desesperado.


Nos siga no BlueSky AQUI.

Entre no nosso grupo de WhatsApp AQUI.

Entre no nosso grupo do Telegram AQUI.


Ajude a fortalecer nosso jornalismo independente contribuindo com a campanha 'Sou Daki e Apoio' de financiamento coletivo do Jornal Daki. Clique AQUI e contribua.

POLÍTICA