top of page

Grupamento Maria da Penha de Maricá completa um ano atendendo mulheres vítimas de violência

2 de mai. de 2023
2 min de leitura

Guarda Municipal registra cerca de 400 ocorrências por diferentes tipos de crime na cidade


Foto: Elsson Campos/Divulgação
Foto: Elsson Campos/Divulgação

Criado em maio de 2022 pela Guarda Municipal de Maricá, o Grupamento Maria da Penha já registrou 388 ocorrências e atendimentos a mulheres vítimas de violência no município. O trabalho preventivo se baseia na proteção das vítimas com aplicação da Lei Maria da Penha, que classifica como crime qualquer tipo de abuso de origem física, patrimonial, sexual, moral e psicológica contra a mulher. Os agentes atuam de forma integrada com a Casa da Mulher Heloneida Studart.


O grupamento foi ampliado em 2023 e conta com 18 agentes e duas viaturas caracterizadas, que atuam 24 horas. Do total de atendimentos, 101 casos foram relacionados à violência doméstica; 82 apoios ao Centro Especializado de Atendimento à Mulher; 39 visitas assistenciais de acompanhamento de mulheres; 20 cumprimentos de medidas protetivas; 14 acompanhamentos após registro de ocorrência; oito lesões corporais e cinco estupros, além de averiguações de denúncia e crimes de stalking (perseguição pela Internet).Cerca de 52 casos foram conduzidos à delegacia, o que representa 13,40% do total das ocorrências.



O atendimento pode ser realizado na Casa da Mulher, localizada na Rua Vereador Luiz Antônio da Cunha, 50 – Centro (ao lado do SAREM), ou por meio dos telefones 96809-1516 (Disk Seop) e 153 (Guarda Municipal). Após o primeiro atendimento, as equipes do Grupamento Maria da Penha ficarão responsáveis pelo acompanhamento de cada caso, incluindo visitas domiciliares e orientações por mensagens via aplicativo.


As vítimas contam com apoio psicológico, jurídico e de assistentes sociais, para que se sintam realmente acolhidas. Além disso, de acordo com o tipo de violência sofrida, a vítima será acompanhada pelos agentes do Grupamento Maria da Penha até a delegacia. Em caso de violência física ou sexual, os guardas a acompanham para unidade de saúde, para o atendimento necessário.


Entre no nosso grupo de WhatsApp AQUI.

Entre no nosso canal do Telegram AQUI.

Ajude a fortalecer nosso jornalismo independente contribuindo com a campanha 'Sou Daki e Apoio' de financiamento coletivo do Jornal Daki. Clique AQUI e contribua.




Comentários


POLÍTICA

KOTIDIANO

CULTURA

TENDÊNCIAS
& DEBATES

telegram cor.png
bottom of page