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Moradores do bairro Palmeira deixam suas casas após chuvas

Gradim foi o bairro com maior volume de chuvas

Moradores são levados para ponto de apoio no bairro/Foto: Divulgação
Moradores são levados para ponto de apoio no bairro/Foto: Divulgação

Vinte e dois moradores do Palmeira, em São Gonçalo, precisaram deixar as suas casas após as fortes chuvas que castigaram o município na tarde desta terça (11). Os desalojados, 15 adultos e sete crianças, foram levados temporariamente para o ponto de apoio na escola Marinheiro Marcílio Dias por causa do alagamento no bairro e estão sendo acolhidos pela Secretaria de Assistência Social da Prefeitura.


Segundo a Prefeitura, a cidade continua em estágio de atenção com a Defesa Civil que segue com serviço de monitoramento. Ao todo, o órgão recebeu 61 solicitações, sendo realizadas duas vistorias preventivas e sete vistorias de emergências. Não houve acionamento de sirene e registro de feridos.


Dessa vez o primeiro grande temporal do ano causou transtornos em todo o município. O trânsito de Neves até Alcântara ficou parado por mais de duas horas. O Centro da cidade teve vários pontos de alagamentos, desde a 18 do Forte até o Partage.



Gradim e Porto Velho tiveram casas e comércio invadidos pela água, o que por pouco não acontece com o recém-inaugurado Assaí. Vários vídeos publicados nas redes sociais apontaram para o mesmo problema, na região do Alcântara, Galo Branco, Mutondo, Arsenal e Sacramento.


A Defesa Civil divulgou o acumulado de chuva em milímetros nas últimas 24 horas por bairros da cidade, e novamente foi o Gradim que registrou a maior quantidade de chuva acumulada no ano, 52.4 mm, muito próximo do registrado na dia anterior (10/1), de 56.2 mm. Choveu em dois dias o equivalente a mais da metade do que normalmente chove no bairro em todo o mês de janeiro.


Tenente Jardim - 37.4 mm

Sete Pontes - 34.6 mm

Novo México - 41.4 mm

Gradim - 52.4 mm

Engenho Pequeno IV - 10 mm

Engenho Pequeno II - 31.4 mm

Boa vista - 10.8 mm

Arsenal - 49.0 mm


Em caso de emergências, a Defesa Civil pode ser acionada por meio do telefone 199. O morador também deve procurar o ponto de apoio mais próximo de sua casa em casos extremos de inundação ou risco de desabamentos.

 

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