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'Nós não vamos sucumbir ao medo', diz dirigente do PT de São Gonçalo

Declaração de Oscar Bessa, ao Programa Daki, foi dada horas antes do assassinato de um colega militante do PT em Foz do Iguaçu


Por Cláudio Figueiras

Oscar Bessa no Programa Daki/Foto: Reprodução Video
Oscar Bessa no Programa Daki/Foto: Reprodução Video

O dirigente do Partido dos Trabalhadores de São Gonçalo (RJ), Oscar Bessa, disse em entrevista ao Programa Daki, transmitido neste sábado (09) pela Rádio Aliança, que a militância do partido não vai se intimidar com a violência bolsonarista, que já promoveu atentados contra atos de apoio ao ex-presidente Lula (PT) e a um juiz em Brasília que decretou a prisão do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro.


Não vamos sucumbir ao medo não! Vamos pra rua sim! Vamos lutar por um país melhor. O povo tá sofrendo muito e a gente não pode recuar diante da violência dessas pessoas. Precisamos cobrar das autoridades que investiguem e punam aqueles que fazem isso”, disse Bessa, ao se referir aos atentados contra manifestantes pró-Lula em Uberlândia, em 15 de junho, e na Cinelândia, ocorrido na quinta (07), com uma bomba de fezes.


A declaração de Bessa foi dada horas antes do assassinato de um colega dirigente do PT em Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda, por um policial federal bolsonarista em sua festa de aniversário de 50 anos, realizado com temática de Lula e do PT num clube esportivo da cidade. Ele era casado e tinha 4 filhos, um deles um bebê de apenas 1 mês.


O crime ocorreu na frente da família de Arruda, que era guarda municipal. É o primeiro assassinato político do bolsonarismo na campanha eleitoral 2022.


Veja o trecho da entrevista concedida aos jornalistas Helcio Albano e Cris Souza:

E veja aqui o Programa na íntegra:



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