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GM retoma trabalhos e o comandante Alberto Mello fica. Por enquanto



Os guardas municipais voltam ao trabalho depois de 9 dias de paralisação. A decisão foi tomada após reunião com os secretários de Segurança Pública, Antônio Oswaldo da Silva, e de Governo, Sandro Almeida, no início da noite de ontem.

Dois pontos das reivindicações foram atendidos, como o o pagamento intregral de 100% do Adcional por Desempenho da Guarda Municipal (ADGM) e a extinção dos postos de trabalho considerados perigosos pelos guardas: "Éramos obrigados a ficar em áreas de risco isolados, desarmados e sem rádio de comunicação", disse o guarda Marcio Mattos.

Para os guardas, que encerraram a greve mas que continuam em "estado de atenção", o movimento continua e o desfecho de ontem é apenas uma dentre tantas batalhas a vencer: "A guerra não acabou, vencemos uma batalha apenas", observa Mattos.

A guerra a que se refere o GM Mattos é a construção de uma sede própria, aquisição e manutenção de viaturas e a queda do comandante Alberto Mello, que continua à frente da instituição com "prazo de validade vencido", segundo a lei do Plano de Carreira, Cargos e Salários da categoria, que prevê o comando nas mãos de um guarda municipal concursado. O município tem até 2016 para se adequar a lei.

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#POLÍTICA #CIDADE

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