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O advogado não é lento, lento é o nosso Judiciário



A opinião é unânime: O nosso judiciário precisa recuperar a confiança do brasileiro! Desta forma, para início de conversa, o melhor dos mundos seria se as lides jurídicas se resolvessem em questões de dias, ou no máximo, em meses. Mas na realidade não funciona assim, pois em um país republicano, é preciso que o Judiciário consiga decidir causas num prazo razoável, pois processos intermináveis geram a sensação de ineficiência, ou, por vezes, impunidade.

Contudo, o grande vilão da morosidade jurídica é sem dúvida o próprio judiciário, pois existem grandes problemas que os jurisdicionados não conseguem visualizar, e que os advogados, por estarem todos os dias frequentando os corredores dos Fóruns, indicam a cada instante.

As maiores carências estão na ausência de serventuários nos cartórios, magistrados com excesso de licenças, falta de magistrados que por consequência acumulam varas, implicando em aumento de trabalho e mais demora e lentidão.

Uma das apostas para a redução da morosidade da Justiça está na informatização dos tribunais, que deverão atuar de forma gradativa com base em processo eletrônico. Essas medidas certamente irão reduzir o tempo de tramitação dentro de cartórios, o que já é um ganho considerável.

O Advogado com tudo isso por sua vez, no meio de comunicação da Justiça e o seu cliente, passa a ser responsabilizado por todos os erros do Judiciário, ficando com a “culpa” de que “se não conseguiu, não trabalhou direito”, devendo portanto, serem promovidas campanhas para que a população tenha a real ideia da atual situação do judiciário, e o verdadeiro papel do advogado.


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