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Esforço coletivo para eliminar o zika vírus em São Gonçalo



E o Aedes Aegypti apronta de novo. Ele que já é conhecido pela transmissão da dengue, agora carrega mais dois perigos: os vírus chicungunha e o zika. E São Gonçalo lidera os casos de infecção por zika no estado que pode, segundo algumas fontes científicas, causar microcefalia nos fetos humanos. A cidade foi incluída, junto a outros 350 municípios brasileiros, num esforço nacional de combate ao mosquito organizado pelo governo federal e com a participação das Forças Armadas.

A campanha, que se iniciou ontem, 13 de fevereiro, durará uma semana, mobilizando militares da Marinha do Brasil, agentes de saúde e de endemias que percorrerão casas e comércios de 20 bairros orientando a população sobre o combate aos criadouros do mosquito.

O secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, Eduardo Costa, informou que São Gonçalo é o município prioritário das ações do governo federal. O número de vítimas do mosquito notificadas oficialmente mais que dobrou, de 758 em 2014/2015 para 1.877 neste verão, de acordo com dados da Secretaria de Saúde.

CUIDADOS

A secretaria da Saúde recomenda à população a adoção de uma rotina com medidas simples para eliminar recipientes que possam acumular água parada. Quinze minutos de vistoria são o suficiente para manter o ambiente limpo. Pratinhos com vasos de planta, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos podem ser os vilões e servir de criadouros para as larvas do mosquito. Outras iniciativas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente.

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