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Dimas Gadelha continuará à frente da Saúde no governo Nanci



O médico sanitarista Dimas Gadelha, atual secretário de Saúde do governo Neilton Mulim, seguirá à frente da pasta ao lado do prefeito eleito José Luiz Nanci na nova administração. A informação foi confirmada por membros da equipe de transição do novo governo.

Gadelha, que é especialista em Atenção Básica e Saúde da Família, assumiu a secretaria em março de 2015 e foi o responsável pela única centelha de sucesso do governo Mulim, trazendo para a cidade diversos convênios com o SUS, entre eles a ampliação do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) e a criação da maternidade pública municipal.


Foi também em sua gestão que os agentes comunitários de saúde finalmente conseguiram receber o piso salarial nacional da categoria.

Porém, seu nome que é muito festejado pela classe política e parcela da sociedade gonçalense, não é visto com bons olhos pelos profissionais da saúde do município, que o acusam de 'fechar os olhos' para os vícios de gestão das unidades, entre eles o assédio moral contra os servidores.

VEREADORES MANTÊM VETOS DE MULIM

Sem prévio aviso, o presidente da Câmara, Diney Marins, colocou na pauta de votação alguns projetos de lei vetados pelo prefeito Neilton Mulim, entre eles, o PL 063 de autoria do vereador Marlos Costa (PSB), que readequa a redação da lei 376/11, garantindo a incorporação das gratificações na aposentadoria dos servidores públicos do município.

O TCE não reconhece algumas gratificações como base de cálculo de contribuição, e por isso obrigou o instituto de previdência (IPASG) retirar parte dos proventos dos aposentados. Em alguns casos os cortes chegam a 60% dos rendimentos.

A matéria era de grande interesse dos servidores que já haviam feito um protesto, no dia 9 de dezembro, pela garantia de quórum e votação dos PLs que trancavam a pauta. Os servidores chegaram a ocupar parte da Câmara, que nesse dia estava sendo inaugurada no prédio do antigo Fórum, no Zé Garoto.

Marins, Iza Deolinda, Alex da Agência, Lecinho, Cap. Nelson, Gilson do Cefen e José Carlos Vicente mantiveram os vetos.


Os parlamentares 'culparam' a crise econômica na cidade e no país para justificarem seus votos, embora o autor da lei e o sindicato da categoria (Sindspef) assegurarem que o PL 63 não traria ônus para os cofres públicos, já que o cálculo atual das contribuições leva em consideração as gratificações incorporadas.

Segundo a Lei Orgânica, era necessário quórum de 14 parlamentares para apreciarem o vetos. No dia da votação (14) haviam 15.

Os vereadores Marlos Costa, Alexandre Gomes, Marco Rodrigues, Prof. Paulo, Dudu do Catarina, Cici Maldonado, Diego São Paio e Giovani Raios de Sol votaram pela derrubada do veto.

Os servidores agora confiam na sensibilidade de José Luiz Nanci, nas palavras da presidente do Sindspef, Rosangela Coelho:

- Nós entendemos que não há aumento de despesa com a aprovação dos PLs. Tenho certeza que o prefeito eleito, sensível à causa dos servidores, irá enviar uma Mensagem Executiva à Câmara para desfazer essa injustiça contra nós servidores.

TRANSIÇÃO TRANCADA

E segue a dificuldade da equipe de transição de José Luiz Nanci obter informações do governo que se finda.

Alguns secretários já se resignaram até o dia 2 de janeiro quando serão empossados.

E O SOFRIMENTO CONTINUA

Aposentados e pensionistas da prefeitura de São Gonçalo continuam sem pagamento.

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