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Marlos, o alvo preferencial do submundo da política, conversou com o Daki



O "jornalismo pasquim" é um fenômeno mundial desde que o mundo é mundo, e uma tradição na vida politica gonçalense, que teve seu ápice na famosa capa 'pomba-gira' de Graça Matos às vésperas das eleições de 2004. Nada mais é do que panfleto caluniador em forma de papel jornal ou em matérias digitais de igual teor feitas por encomenda sempre de forma anônima. Portanto, nada a ver com o saudoso jornal O Pasquim, que fez história na década de 1970.

A maioria esmagadora dos jornais desse tipo de jornalismo não tem sustentação financeira e acabam terceirizados por politicos para atacar seus adversários; outros são criados em nome de laranjas para a mesma finalidade.

E há outros jornais estabelecidos em que seus donos atingiram a sofisticação máxima do achaque, independente das cores ideológicas ou partidárias de suas vítimas. Nesse caso deixa de ser jornalismo pasquim para se transformar em jornalismo mercenário altamente especializado com ramificações em várias cidades do estado.

Pela natureza do "jornalismo" praticado, esses veículos não possuem páginas nas redes sociais e os que possuem têm um número muito baixo de seguidores. Veículos ou "clientes" preferem outra mídia social para divulgar seus ataques: o whatsapp. O aplicativo é uma forma de comunicação ágil e perfeita para atacar adversários. Não há como identificar o autor da mensagem, e a informação se propaga rapidamente. É próprio para quem vive e se alimenta no submundo da política.

Pelo menos desde março o secretário de Desenvolvimento Social, Marlos Costa, vem sofrendo ataques do jornalismo pasquim através de matérias sem autoria que inundam o whatsapp. Marlos é um dos secretários do governo Nanci de maior destaque, e provavelmente será candidato a deputado federal em 2018 caso a conjuntura política e partidária permitam num momento de grandes incertezas no país.

Batemos um papo com ele para saber como que um político de relevo na cidade lida com a realidade desses ataques.

Jornal Daki: Você sabe de quem vem cada ataque que recebe?

Marlos: Cada um deles. Não é difícil descobrir.

Jornal Daki: Como você lida com isso?

Marlos: O melhor remédio para lidar com um ataque ou com uma notícia mentirosa é a informação. Quando essas notícias são compartilhadas no facebook fica fácil rebatê-las, mas no whatsapp é mais difícil. Às vezes levo um susto quando um amigo me envia uma notícia dessas. Quem nos conhece ou é mais atento para essas notícias sem fontes não as leva em consideração, mas quantas milhares de pessoas tomam isso como verdade? Quem espalha isso no whatsapp aposta na ignorância das pessoas, infelizmente.

Jornal Daki: As diputas políticas estão mais desleais?

Marlos: No espectro nacional estão principalmente mais agressivas. A polarização política e ideológica parece que deu um 'apagão' de racionalidade em muitas pessoas. Isso não é nada bom para o convívio democrático. Vimos através da história que esta polarização leva à radicalização que por sua vez leva à violência. Precisamos fazer um grande acordo de paz nacional para recuperar os valores da política e do respeito de uns com os outros. Aqui em São Gonçalo esse clima ainda não chegou, ainda bem. A minha relação com a classe política daqui é a mais cordial possível.

Jornal Daki: Você credita os ataques à sua presença na SMDS?

Marlos: Com certeza. O prefeito José Luiz Nanci nos deu uma missão na Secretaria para que fosse cumprida com seriedade e austeridade. Em poucos meses conseguimos sanear as dívidas da SMDS que paralisavam os trabalhos ao mesmo tempo que reduzimos os valores dos contratos que deram em média uma economia de 40% aos cofres públicos. Isso possibilitou a inauguração de mais dois centros de referência em assistência (Cras) e a retomada dos cursos de capacitação em diversos bairros da cidade. Isso incomoda a oposição ao governo, independente se a gestão está servindo bem à população. A oposição sempre aposta no fracasso do seu adversário.

Jornal Daki: Qual será o seu futuro político?

Marlos: A política é muito dinâmica, veja a velocidade como as coisas estão acontecendo no país. Ontem estava de um jeito, hoje está de outro. Mas uma coisa é certa: não vou concorrer às eleições para a prefeitura em 2020 e desde já apoio a reeleição do prefeito José Luiz Nanci, porque ele possui um projeto sério e viável para devolver a autoestima aos gonçalenses e consertar a cidade, maltratada e humilhada durante anos. E para isso se tornar realidade é necessário pelo menos dois mandatos. Esse primeiro ano está sendo muito difícil, mas vai melhorar e muito, pode ter certeza. Me sinto lisonjeado em fazer parte deste grupo e projeto políticos que tem no prefeito seu principal condutor.

Jornal Daki: O que fazer para combater o submundo político?

Marlos: Como dito anteriormente, com informação. Por isso peço para as pessoas que receberem essas notícias de veículos duvidosos e sem autoria que não acreditem de cara. Se informem, veja se aquilo procede ou não.

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