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Saúde mental celebra Dia Nacional da Luta Antimanicomial



O Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado nesta sexta-feira (18), foi comemorado em São Gonçalo com diversas atividades na Praça dos Ex-Combatentes, no Patronato. A ação contou com funcionários e usuários da saúde mental municipal que atuam nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do município. Na ocasião, a data foi comemorada com música e venda de artesanato feito pelos pacientes nas aulas realizadas nas unidades.

- Precisamos rever os conceitos na luta antimanicomial na rede de atenção de saúde psicossocial. Pessoas que sofrem de transtornos mentais não representam ameaça ou risco ao círculo social. Temos que trabalhar com uma reeducação no modo de entender esses transtornos para serem tratados não como estigma, mas, sim, como um modo diferente de ver e estar no mundo - explica Aparecida Rodrigues, coordenadora do Caps AD, no Gradim.

Os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) são instrumentos importantes da chamada Reforma Psiquiátrica, que busca a desospitalização dos atendimentos a pessoas com problemas sofrimento psíquico. Sua função é prestar atendimento clínico, em uma atenção diária, evitando assim as internações em hospitais psiquiátricos, além de promover a inserção social das pessoas com transtornos mentais, de regular a porta de entrada da rede de saúde mental e de dar suporte à rede básica de saúde.

O município possui hoje cinco equipamentos de acompanhamento contínuo dos pacientes. Entre os quais, o Centro de Atenção Psicossocial infantil (Capsi), no Zé Garoto e em Alcântara, e o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, no Gradim, e mais dois Centros de Atenção Psicossocial no Patronato e no Mutondo.

Com uma média de 250 atendimentos mensais por unidade, os pacientes realizam atendimento com terapeutas ocupacionais, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, musicoterapeutas, médicos, oficineiros, dentre outros profissionais, que fazem ações em conjunto também com a família do usuário, por meio de oficinas e bate-papos. Além disso, possui também cinco residências terapêuticas nos bairros Pita (2), Gradim, Amendoeira e Laranjal. Quatro residências assistidas no Rocha e o ambulatório Nise da Silveira, no Zé Garoto.

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