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Gonçalenses se unem em torno de Paes contra ex-juiz


Classes política, artística e atores relevantes da sociedade civil organizada querem evitar retrocessos


Luiz Antonio e Ricardo Zito organizaram reunião no Zé Garoto

Dois encontros realizados ontem à noite no Prédio 1.000 do bairro Zé Garoto e numa casa de festas no Mutondo reuniram diversas lideranças políticas, sociais e culturais de São Gonçalo em apoio ao candidato do Democratas ao governo do estado, Eduardo Paes.

No Prédio 1.000, o grupo, composto por vereadores, ex-secretários municipais, profissionais liberais e líderes da sociedade civil organizada, debateu estratégias de campanha na reta final do 2° turno no município em favor de Paes, que obteve, em São Gonçalo, 53 mil votos contra cerca de 164 mil de seu adversário, Wilson Witzel (PSC).

- O ex-juiz (Witzel) não tem identificação e compromisso nenhum com a cidade de São Gonçalo, ao contrário de Eduardo Paes que esteve aqui várias vezes e apresentou propostas concretas para a região nas áreas da saúde, mobilidade e segurança, por exemplo. Sem representação na Alerj, e sem um governador que defenda os interesses dos gonçalenses, serão mais quatro anos de sofrimento, e isso nós não podemos permitir - destaca o advogado Luiz Antonio Santos, um dos organizadores do encontro.

Segundo avaliação inequívoca dos presentes, os resultados surpreendentes que levaram um desconhecido (Witzel) para o 2° turno, se deveram muito à revolta generalizada da população com a política e aos políticos de forma geral, e também ao fator jair Bolsonaro, que predominou nas eleições do Rio.

Em relação ao fenômeno Bolsonaro, acreditam, tal fato não deverá se repetir, já que o próprio presidenciável e seu filho, Flávio, declararam neutralidade na disputa, o que desvincula seus nomes do candidato do PSC que surfou na onda bolsonarista do 1° turno.  E acreditam, ainda, que fica cada vez mais evidente aos eleitores o imenso 'telhado de vidro' do ex-juiz a partir de revelações comprometedoras de sua atuação como magistrado, descontruindo, assim, seu discurso anticorrupção, e de declarações no mínimo anti-povo, como a de que não vai à comunidade 'pedir voto a bandido'.

- O que está em jogo é o nosso futuro. O Eduardo, tem competência, tem experiência, é um gestor aprovado pelos cariocas. Mudou para melhor a cidade do Rio. Ele sabe fazer, e quer fazer pelo estado e por São Gonçalo. Vamos ter uma conversa franca com nossos amigos e familiares sobre a importância de elegermos Eduardo Paes governador - disse Ricardo Zito que, ao lado Luiz Antonio, organizou a reunião.

A reunião realizada no Mutondo foi organizada pelo produtor cultural, ex-secretário de Cultura do Rio e idealizador do projeto circense Crescer e Viver, o gonçalense Junior Perim, que mobilizou artistas e produtores em torno da campanha de Paes contra o que chamam de retrocesso de um possível governo Witzel.

- Preferi não me pronunciar sobre as eleições até agora, mas como já temos 20 anos de projeto social, e por saber como a 'banda toca', vamos ser diretamente prejudicados aqui em São Gonçalo, segundo maior colégio eleitoral do estado, tendo em vista que o ex-juiz nem aqui pisou e nem pisará, já que ele acha que só tem bandido em comunidade. Peço que o pessoal me procure pelo facebook para fazer parte do grupo de WhatsApp  evitar um mal maior, um retrocesso para a nossa cidade que é a vitória do ex-juiz - disse, preocupada, Priscila Oliveira, coordenadora da pemiada Rede Funk Social, projeto que aglutina jovens carentes da região do Boaçu.

As resoluções das duas reuniões de ontem à noite serão colocadas em prática ainda nesta semana, e incluem forte corpo a corpo nas ruas e intensa atuação nas redes sociais que, para a maioria, foi determinante nessas eleições.

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