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Contagem regressiva, por Victor Machado


A Copa Libertadores virou sinônimo de obsessão para o Flamengo ao longo das últimas décadas. Há 38 anos, o torcedor rubro negro espera comemorar o posto de melhor time da América do Sul, acumulando nesse período inúmeros fracassos. O próximo dia 23 de novembro pode marcar uma virada na vida de uma geração que sempre se orgulhou de Zico e companhia, mas nunca esteve tão perto do seu próprio momento de glória.

Favoritismo

Após uma campanha marcada por emoções à flor da pele. O duelo final contra o temido atual campeão da competição, River Plate da Argentina pode ser comparado a um jogo de xadrez entre dois grandes técnicos: o “Mister” Jorge Jesus e Marcelo Gallardo. Qualquer falha pode ser fatal, um mínimo detalhe pode decidir a partida. Será a habilidade e técnica dos brasileiros contra a experiência e frieza dos argentinos. Comparando os times podemos ver uma leve vantagem para o Flamengo, que vive o seu melhor momento nos últimos anos.


Onde mora o perigo?

O River Plate possui grandes jogadores em seu elenco entre eles o goleiro Armani da seleção argentina, o volante Enzo Perez, que foi treinado por Jorge Jesus no Benfica, o volante colombiano Juan Quinteros que possui chute muito forte e o habilidoso uruguaio Diego De La Cruz., além do atacante Lucas Pratto, que já fez sucesso no São Paulo e Atlético Mineiro, porém vem ficando no banco de reservas. Olho neles!


Despedida

A cena do ônibus do Flamengo praticamente levitando nos braços da torcida foi de arrepiar. Não há palavras para definir essa paixão. O Flamengo é do asfalto e do morro, do sul e do norte e quer a Libertadores.


Victor Machado é professor de Geografia e Sociologia.



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