Defesa Civil testa novo acionamento por sirenes nas comunidades de São Gonçalo

Prefeito Nelson Ruas participou de simulação

Ao todo 25 comunidades contarão com sirenes/Foto: Lucas Alvarenga
Ao todo 25 comunidades contarão com sirenes/Foto: Lucas Alvarenga

As 25 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme da Defesa Civil de São Gonçalo vão operar com novo dispositivo para que a comunicação com as comunidades onde estão instaladas seja garantida em caso de desastres. A Subsecretaria de Defesa Civil realizou testes de comunicação com os aparelhos, que passarão a funcionar também por sistema via rádio.


Por meio de videoconferência, o prefeito Nelson Ruas conferiu de perto, durante reunião com a Defesa Civil na tarde desta terça-feira (4), o funcionamento do sistema, que transmite as mensagens enviadas às sirenes de forma imediata. Os primeiros testes já foram realizados em campo na segunda-feira e, na tarde desta terça, o sistema foi apresentado ao prefeito.


Essa agilidade é muito importante. A transmissão via rádio possibilita a comunicação imediata com a população, um fator que é primordial para preservar vidas e orientar a população em casos de emergência”, destacou o prefeito.

O subsecretário de Defesa Civil, Coronel Fernando Rodrigues, reforçou os benefícios da implantação do novo sistema.


O uso da radiofrequência para a comunicação com as sirenes traz dois benefícios principais: o primeiro é a garantia que a mensagem vai chegar até as pessoas, independente das condições meteorológicas, já que não depende de internet para ser operado. A segunda é a agilidade e autonomia de como isso é feito”, explicou.

“Esse novo sistema é muito inovador e vai usar uma rede própria da Defesa Civil por radiofrequência. É mais uma forma de acionamento das sirenes que a cidade ganha. Se não tiver internet ou ela falhar, os profissionais não precisam ir até as sirenes para acioná-las mecanicamente. Agora, há a possibilidade de fazer este serviço através do rádio e a comunicação pode ser em tempo real, sem necessitar de gravação”, disse Anthony Barrera, diretor do Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden/RJ), que também acompanhou os testes.

Normalmente, as sirenes têm cinco gravações de aviso: teste, simulado, chuva, mobilização e desmobilização. As sirenes monitoram o índice pluviométrico (quantidade de chuvas) e informam à população sobre o risco de deslizamento ou alagamento. Quando a chuva atinge a cota pré-estabelecida, indicando a situação de risco, a Defesa Civil emite o alarme.


As 25 sirenes ficam instaladas nos bairros Itaúna, Nova Grécia, Zumbi, Engenho Pequeno, Novo México, Boa Vista, Venda da Cruz, Patronato, Sete Pontes, Porto Novo, Covanca, Gradim, Vila Três, Barro Vermelho, Mutuaguaçu, Arsenal e Lindo Parque.


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