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Flisgo chega ao fim com ‘gostinho de quero mais’

Milhares de pessoas prestigiaram o evento de 4 dias no Partage Shopping com várias atrações


Por Claudio Figueiras

Erick Bernardes (foto) foi sucesso no Festival com sua obra ‘Cambada’/Foto: Divulgação

SUCESSO. Palavra definitiva e definidora do 1º Festival Literário de São Gonçalo (Flisgo), realizado durante 4 dias vibrantes no Partage Shopping, entre 11 e 14 de outubro. O evento, inédito na cidade em forma e conteúdo, atraiu milhares de gonçalenses ávidos em vivenciar momentos mágicos que só a literatura proporciona.


Mas foi muito mais que literatura. Junto aos escritores que ocupavam o 2º e 3º pisos expondo e lançando suas obras, artistas de todas as áreas se apresentavam nos dois palcos montados especialmente para o festival. Música, dança e esquetes teatrais formavam imenso e diverso mosaico de cores e temas, enriquecido com as contribuições pra lá de valiosas com palestras de convidados do naipe das jornalistas Flávia Oliveira e Mirian Leitão, do especialista em questões ambientais, Sérgio Abranches, e da escritora Conceição Evaristo, referência do Movimento Negro, ponto alto do(s) encontro(s).

Porém, artistas, escritores e jornalistas locais foram os grandes protagonistas do festival. Entre eles, o ‘libertador de livros’ João Luiz de Sousa, do Corujão da Poesia, os escritores e fundadores do ‘Uma Noite na Taverna’, Rodrigo Santos e Romulo Narducci, o Coral Oficina, integrantes do Diário da Poesia, que promoviam sua mais nova obra, ‘Almas em prosa e verso’, as irmãs Eduarda, Helena e Elisa, do projeto ‘Pretinhas Leitoras’ e o escritor e colunista do Daki, Erick Bernardes, autor de ‘Cambada’, um dos títulos de maior sucesso do Flisgo, editado pelo selo Apologia Brasil, única editora da cidade presente ao evento, e que expôs obras - todas esgotadas ao longo dos 4 dias - de mais 9 autores, todos eles gonçalenses.

A jornalista Flávia Oliveira mediou painel sobre literatura sem fronteiras/Foto: Divulgação

- O Flisgo provou que havia uma demanda reprimida na cidade por literatura, sobretudo literatura feita por autores gonçalenses. Foi um evento de leitores acima de tudo, que buscavam consumir coisas feitas na e para a cidade, independente do gênero. Tanto que a procura por nossos títulos foi aumentando ao longo do festival, prova de que nossos autores caíram nas graças desses leitores - disse Helcio Albano, diretor da Apologia Brasil.


De acordo com os organizadores Alberto Rodrigues e Paula Dias, a edição 2020 já está confirmada, e quem não pôde prestigiar o evento neste ano, terá uma próxima oportunidade.


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