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Funcionários do PSC 'pagam pato' de briga entre Idesp e prefeitura

Trabalhadores continuam sem receber salários e aguardam reunião com o Ministério Público do Trabalho na segunda


De O Fluminense

Cerca de 400 funcionários do Pronto Socorro Central de São Gonçalo - entre médicos, enfermeiros e administrativos - seguem com salários atrasados e apreensivos sobre a quitação dos vencimentos. Eles aguardam que o caso seja resolvido na próxima segunda-feira (4), quando acontece mais uma nova reunião entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a prefeitura.


Os funcionários estão com os salários de agosto e setembro atrasados, assim como o INSS e o FGTS, que não foram depositados integralmente pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Social, da Saúde e Profissional (Idesp), que gerenciava a unidade. Para que os serviços não fossem paralisados, a nova OS - que assumiu em caráter de urgência, a Insaúde - assumiu pagou o transporte dos funcionários.

Em nota, a prefeitura afirmou que o repasse do mês de outubro não foi pago ao Idesp, em razão da rescisão unilateral do contrato, pois a prestação de contas não teria sido aprovada.

"Com relação a ameaça de greve, a Fundação Municipal de Saúde informa que a unidade não terá desassistência dos serviços e que já pagou ao Idesp. A mesma deve repassar aos funcionários como pagamento", diz nota da prefeitura.


O Idesp, no entanto, não teria concordado com a proposta. Procurados, a empresa e o MPT não responderam sobre o andamento do acordo. 


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