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Instituto Histórico e Geográfico de SG busca novos rumos


Reunião teve a presença de intelectuais de várias áreas/Foto: Divulgação

Em 17 de outubro, estiveram no Salão n° 2, anexo da Igreja Matriz de São Gonçalo, sócios efetivos e alguns postulantes ao Instituto Histórico Geográfico de São Gonçalo, para definir os futuros caminhos e salientar suas habilidades e participações dentro da instituição.


Marcaram presença na reunião Rui Aniceto, Sérgio Toledo, Maria Nelma Carvalho Braga, Rachel Santo Antonio, Arnóbio Bezerra, Oswaldo Luiz, Mônica Maria Dos Santos, Sônia Figueiredo, José Bruno, e outros intelectuais não menos representantes da cidade de São Gonçalo. A ênfase da conversa se deu por conta da proposta de reabertura do Instituto Histórico com vistas a resgatar e preservar a história da cidade, bem como valorizar a cidade e o seu patrimônio cultural.

Sabe-se que, desde a fundação, já havia o interesse de congregar os interessados pelo Município, porém, desde 2013, o Instituto estava sem atividades. Com isso, buscando novas frentes de diálogo e trabalhos sérios com foco do patrimônio de São Gonçalo a participação efetiva se revelou o caminho principal da nova proposta. Sob uma perspectiva intelectual mais plural e sem conotações político-partidárias, fica evidente que a cidade de SG precisa se livrar da tendência à descontinuidade e assim nos chega a sensação que os bons ventos sopram a favor da comunidade.


O espaço físico para o encontro fora concedido pelo Pároco da Igreja Matriz, associado ao Memorial — e isso tem sido fundamental.


Participaram também da conversa Sandro Marraschi; Marina Morena; Lourdes Brasil; Marcelo Guerra; Paula Moneratt; Erick Bernardes; Alex Costa Silva; Guilherme Cavós; Marcos Dias.


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