Mobilidade: BRS na reta final em São Gonçalo

Projeto do Bus Rapid System que se arrasta desde 2016 deve ser apresentado à Caixa Econômica para ser executado com recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR)

Romario Regis e Douglas Ruas/Foto: Divulgação
Romario Regis e Douglas Ruas/Foto: Divulgação

O secretário de Gestão Integrada e Projetos Especiais de São Gonçalo, Douglas Ruas, disse nesta segunda (3) que o projeto de implantação do BRS (Bus Rapide System) está perto de de ser executado em São Gonçalo.


O anúncio foi feito na audiência pública realizada na Câmara sobre a criação de uma frente parlamentar em defesa da integração dos municípios da Região Metropolitana do Rio, promovida e presidida pelo vereador Romario Regis (PCdoB).


"Temos um projeto que é financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que iniciou como BRT e, para ser viável economicamente, mudou para BRS. Esse projeto teve início em 2016, com prazo estimado de sete meses. Infelizmente as coisas não andaram bem e esse projeto não foi concluído. Quando Capitão Nelson assumiu, em janeiro, nós buscamos informações atualizadas sobre o projeto e entramos em contato com a empresa responsável. Começamos a cobrar, determinar prazos e, agora, estamos finalizando esse projeto para apresentá-lo à Caixa", explicou, o secretário.


Ruas, que criticou o modelo do projeto, que não levou em consideração cidades vizinhas, como Itaboraí e Niterói, propôs que ele seja apresentado à frente parlamentar quando estiver pronto, para que os demais municípios possam ter acesso e algum tipo de contribuição:


"Não é viável pensar na mobilidade urbana de São Gonçalo sem contemplar Niterói, Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito", destacou.


O secretário revelou, ainda, que está sendo elaborado pela Secretaria um termo de referência para a realização de licitação para contratar uma empresa especializada em mobilidade no modelo BRS.


"Não há um orçamento fechado, mas uma estimativa por parte da empresa que está realizando o projeto, algo em torno de R$ 352 milhões. Vamos buscar parcerias com os governos estadual e federal para que a gente possa executar essa obra", finalizou.


Ao fim da audiência, foi lançada a Frente Parlamentar Intermunicipal da Região Metropolitana, envolvendo Alerj e casas legislativas do leste fluminense, baixada e Rio, que será presidida por Romario Regis.


Além de Romario e Douglas Ruas, compuseram a mesa da audiência o o deputado estadual Waldeck Carneiro (PT), o subsecretário de Governo André Braga, que representou o secretário de estado André Lazaroni; o vereador Alexandre Gomes (PSB), João Leal, diretor do Conleste; Henrique Silveira, da Casa Fluminense. Remotamente.


Participaram ainda o deputado federal Paulo Ramos (PDT), a vereadora Aline Pereira (PP), presidente da Câmara de Vereadores de Tanguá; Tainá de Paula (PT), vereadora do Rio de Janeiro; Jamil Neto, representante do Instituto Rio Metrópole.


Os vereadores gonçalenses, Prof. Josemar (PSOL), Priscilla Canedo (PT), Jalmir Júnior (PRTB), Jorge Mariola (PODE), Juan Oliveira (PL), Claudinei Siqueira (PR), Felipe Guarany (PRTB) prestigiaram e participaram da audiência.




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