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São Gonçalo, Niterói e Maricá sofrem na mão de traficantes e milicianos


O Rolé de hoje, segunda (13), dia do Rock, começa no bairro do Jóquei em São Gonçalo, onde facções do tráfico e milicianos travam uma batalha sangrenta pelo controle do território e faz com que os moradores, impotentes, vivam um inferno diário.


O São Gonçalo traz em manchete do seu site agora a tarde: "TCP ataca os 'Predinhos do Jóquei' em dia de baile e deixa uma pessoa baleada".


Diz o noticioso que um baile funk ilegal, que aconteceu neste domingo (12), que normalmente viraria a noite, teve de terminar mais cedo. O motivo foi um ataque de traficantes ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP) ao Comando Vermelho (CV). Foram quase duas horas de tiros segundo relatos dos moradores.


As mesmas facções aterrorizaram a região do Centro de Niterói. Traz A tribuna que "Moradores do Centro e Ingá voltam a ficar no meio do fogo cruzado de traficantes rivais em guerra na região".


Sem confirmação da Polícia, moradores disseram que no caso do CV, os bandidos seriam oriundos de várias comunidades de Niterói, como Cavalão (Icaraí), Fonseca, e Complexo de Santa Rosa, e o grupo do TCP tem marginais vindos de localidades rivais de Niterói e do Rio (no caso do Complexo da Maré).


O mesmo OSG registra que "Veículo é incendiado com dois corpos no Pacheco".

O carro teria sido deixado no local por volta das 3h da madrugada desta segunda. Um corpo se encontrava no porta-malas, já o outro no banco traseiro, e até o momento não foram identificados. A placa do carro, que também foi danificada no incêndio, mostra que o carro era do modelo Chevrolet Corsa Classic.


A chapa esquentou mesmo no leste fluminense (LF). Em Maricá, tráfico manda fechar comércio após morte de traficantes, estampa o Maricá Info.

Os bandidos ordenaram o fechamento do comércio do bairro de São José, onde fica a comunidade da ‘Linha’, palco de recentes trocas de tiros. Um dos criminosos mortos na ocasião é o líder do tráfico da região, conhecido como ‘Rugal’. O outro morto, é um adolescente de 17 anos, que seria um dos seguranças do Rugal.


As investigações do caso João Pedro e tem mais uma novidade: "Estojos de munição encontrados na casa onde João Pedro foi baleado serão periciados", traz O Fluminense. Segundo o jornal, o material será encaminhado à Polícia Federal. O objetivo é comparar o material com estojos de três fuzis utilizados por policias civis durante a ação.


Notaram a ausência de notícias sobre a Covid-19? Pois então, assim encerramos este Rolé às 19h10.


Boletim Covid-19 atualizado segundo dados consolidados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro em 13 de julho.



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