Teatro Armazém, em São Gonçalo, pede socorro

Pra não ser despejado, o Armazém precisa levantar R$ 180 mil em 15 dias

Sede do Cenarte/Divulgção
Sede do Cenarte/Divulgção

O Teatro Armazém foi inaugurado em agosto de 2018 por iniciativa dos bailarinos e empresários gonçalenses Alinne Kelly Curvão e Igor de Almeida Lopes também responsáveis pelo CENARTE.


Sem nenhum financiamento, patrocínio ou aporte financeiro os idealizadores assumiram o desafio de transformar o antigo armazém em um teatro. Para contribuir com as despesas do projeto de adequação foram realizados eventos como bingo e almoços. Além disso, foram assumidos acordos financeiros como empréstimos e aquisição de bens. Com a chegada da crise sanitária e posterior isolamento social, as atividades foram interrompidas no dia 15/03/2020 e consequentemente, com o cancelamento de todos os eventos, espetáculos e toda agenda de 2020 ficou impossível de cumprir os compromissos financeiros, bem como custear as despesas de manutenção do espaço e folha de pagamento.

O Centro De Artes Dimensões, mais conhecido como CENARTE funciona no espaço do Teatro Armazém desde que o teatro inaugurou. O CENARTE é uma instituição que proporciona a formação nas áreas de Danças, Teatro, Artes Plásticas, Pilates, Música. Inaugurado em 05 de fevereiro de 2007 na cidade de São Gonçalo/RJ é o primeiro Centro de Artes da Cidade, um lugar voltado para a qualificação profissional de bailarinos, atores, músicos, artistas plásticos e de qualquer outra linguagem artística. A única cia de dança contemporânea da Cidade está sediada no espaço, e perto de completar 20 anos de existência com reconhecimento internacional. Além de ganhar vários prêmios nos principais Concurso e festivais de dança do país, exporta bailarinas/os para as principais companhia do mundo.


Com dificuldades para pagar o aluguel e para segurar as pontas durante o auge do isolamento social, foi criado o Bistrô Armazém, que com serviço de delivery entregava pizzas pela cidade, e essa receita foi redirecionada para garantir a sobrevivência dos que dependiam diretamente do espaço.


Através do subsídio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, foi possível quitar alguns meses de aluguel atrasado e produzir dois espetáculos, mas o tempo é implacável e o aluguel já está atrasado de novo, e caso não haja pagamento o imóvel será entregue ao proprietário...


Por isso a decisão de recorrer a um financiamento coletivo.


- O valor é alto? É, para a gente. São necessários 180 mil reais para barrar a ação de despejo, garantir o cumprimento do contrato e o funcionamento do espaço/escola e, consequentemente, a permanência nesse lugar que se tornou tão amado por todos. O tempo é curto? Muito! Temos 15 dias para arrecadar - disse Igor de Almeida Lopes.

Para ajudar acesse o link abaixo:

https://www.catarse.me/cenarte_dimensoes_resisted8df?ref=project_link





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