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Programa de Vitamina A alcançou mais de mil crianças em São Gonçalo

25 de nov. de 2019
2 min de leitura

Ação, criada em 2005, ajudou na queda da mortalidade infantil

Polo Hélio Cruz, no Alcântara/Foto: Divulagção
Polo Hélio Cruz, no Alcântara/Foto: Divulagção

Mais de mil crianças já foram alcançadas pelo Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, em São Gonçalo. Implementada pela Secretaria de Saúde, através da Área Técnica de Alimentação e Nutrição (ATAN), a estratégia de suplementação do Ministério da Saúde é voltada para crianças de seis meses aos 4 anos e 11 meses, fortalecendo o sistema imunológico e evitando doenças virais como o sarampo. 


A vitamina A é um micronutriente encontrado em fontes de origem animal e vegetal, como leite humano, fígado e gema de ovo. No Brasil, a deficiência de vitamina A é um problema de saúde pública, sobretudo nas regiões Nordeste e Sudeste. 


Responsável pela redução da mortalidade infantil em 23%, o Programa foi instituído por meio da Portaria nº 729, de 13 de maio de 2005, cujo objetivo é reduzir e controlar a deficiência nutricional de vitamina A em crianças de 6 a 59 meses de idade. 


Na última semana as equipes da ATAN estiveram no Polo Hélio Cruz, no Alcântara; Washington Luiz, no Centro e Polo Teixeira de Lima, no Jardim Catarina. 

- Nosso objetivo é combater a carência desse micro nutriente e proporcionar níveis adequados para o crescimento e desenvolvimento desta criança. A nossa meta é ampliar o acesso e a cobertura do programa para toda a população alvo - disse Bianca de Freitas Corrêa, Coordenadora do programa da vitamina A. 


Através da Subsecretaria de Atenção Básica, a Área Técnica de Alimentação e Nutrição (ATAN), formada pelo Programa de aleitamento materno, Sistema de Vigilância Alimentar (SISVAM), Programa de Vitamina A, Programa de suplementação de ferro, NutriSUS e Programa Bolsa Família, por meio de um trabalho intersetorial, promove debates nas escolas e formação continuada para os profissionais da rede. 


Para a subsecretária de Atenção Básica, Maria Auxiliadora, o trabalho em rede é fundamental para pensar a integralidade do serviço de forma plena à população. 


- O trabalho em equipes multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde tornou-se um dos principais instrumentos de intervenção na assistência. As ações e práticas se estruturam a partir da equipe, e isso requer mudanças na forma de atuação em rede de assistência à saúde e na reorganização do trabalho, para que sejam alcançadas todas as esferas de saúde da população, sobretudo com crianças e adolescentes - afirmou. 


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