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Rio de Janeiro recebe R$ 161 milhões em seis meses para reforçar merenda escolar

Recursos ajudam a dar mais variedade e qualidade ao cardápio de 2,5 milhões de alunos em 7.025 escolas no estado


Foto: Divulgação (Secom PR)
Foto: Divulgação (Secom PR)

Nos primeiros seis meses de 2023, o Rio de Janeiro recebeu um total de R$ 161,3 milhões do Governo Federal para reforçar a qualidade e a variedade da merenda escolar servida em 7.025 instituições de ensino públicas, entre 1.285 escolas estaduais e 5.740 municipais. Os repasses são realizados via Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e chegam às prefeituras e ao governo do Estado via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, ligado ao Ministério da Educação. Ao todo, mais de 2,5 milhões de alunos são beneficiados no estado.

Levando em conta os repasses para 1,75 milhão de estudantes atendidos pelas prefeituras, os municípios que receberam mais recursos nesse período de seis meses foram a capital do estado, com R$ 55,6 milhões em recursos que chegaram a 1.840 escolas e 671,7 mil alunos da rede pública de ensino. Na sequência aparecem os municípios de Petrópolis, com R$ 4,7 milhões em recursos para 39,8 mil alunos de 188 escolas, e Belford Roxo, com R$ 4,3 milhões para 112 instituições de ensino que contemplam 46,8 mil estudantes.



Brasil - Nos seis primeiros meses do ano, o Ministério da Educação já repassou um total de R$ 2,5 bilhões para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Após seis anos sem reajuste, o Governo Federal aumentou, em março, o valor repassado aos estados e municípios pelo PNAE.

O Programa é administrado pelo FNDE, autarquia vinculada ao MEC. Ao longo de 2023, serão R$ 5,5 bilhões para melhorias da alimentação escolar de cerca de 40 milhões de estudantes da educação básica pública em, aproximadamente, 150 mil escolas do país.

Para os ensinos médio e fundamental, que representam mais de 70% dos alunos atendidos pelo programa, o reajuste foi de 39%. Para os estudantes da pré-escola e escolas indígenas e quilombolas, o aumento alcançou o patamar de 35%. Para as demais etapas e modalidades, a correção foi de 28%.  


Regiões - Na divisão por regiões, a Sudeste concentra o maior número de escolas, alunos e recursos. São 14,9 milhões de estudantes, em 44,7 mil unidades de ensino, que receberam um repasse de R$ 941 milhões nos seis primeiros meses de 2023.


Na sequência aparece a Região Nordeste. Lá, 11,6 milhões de alunos foram contemplados com recursos do PNAE, em 50 mil escolas, a partir de um aporte de R$ 795 milhões. No Sul, há 5,4 milhões de estudantes beneficiados, em 21,2 mil unidades de ensino, com um repasse de R$ 326 milhões.

O Norte, por sua vez, contabiliza 4,4 milhões de estudantes, em 20,3 mil escolas, e um investimento de R$ 252 milhões. Por fim, são 3 milhões de alunos na região Centro-Oeste, em 8,2 mil escolas, entre estaduais e municipais, a partir de R$ 193 milhões em recursos.


Obras - Outra iniciativa do MEC nos primeiros seis meses foi a criação do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica, para concluir aproximadamente 3.600 obras de infraestrutura escolar paralisadas ou inacabadas em todo o país, segundo o cadastro atualizado pelo FNDE.

Integral - O Governo Federal também trabalha no Programa Educação em Tempo Integral. Com R$ 4 bilhões em recursos repassados a estados e municípios, o objetivo é ampliar em 1 milhão de matrículas, numa primeira etapa, a oferta em tempo integral nas escolas de educação básica de todo o Brasil. A meta é alcançar, até 2026, 3,2 milhões de matrículas.

Alfabetizada - Outra ação estratégica no campo da educação é o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que já conta com a adesão de todos os estados e de 83% dos municípios. O Governo Federal investirá cerca de R$ 3,5 bilhões no programa ao longo dos próximos anos e o objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao fim do segundo ano do ensino fundamental, além de recuperar o aprendizado dos alunos matriculados no terceiro, quarto e quinto anos, que tiveram o desempenho afetado pela pandemia.


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