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TSE e religiosos por eleições limpas - por Helcio Albano


Fachin/Reprodução Internet
Fachin/Reprodução Internet

O TSE chamou 33 entidades e representantes religiosos de relevo no Brasil para uma conversa séria sobre fake news e eleições. Estava posto que, no final, seria selado e assinado um acordo de cooperação "ecumênica" de respeito à democracia, às eleições limpas e ao resultado das urnas. As informações estão na Folha de S. Paulo desta segunda (27).


Segundo o presidente do tribunal, Edson Fachin, a proposta é defender a "natureza pacífica das eleições" num momento em que a Justiça Eleitoral enfrenta "dificuldades inusuais" e de "expansão irrefreada do fenômeno da desinformação". Bom, amigo leitor. Você sabe do que [e de quem] o ministro tá falando.



Dos 33 chamados à cooperação nesse momento difícil do país, 13 (seria um sinal?) se comprometeram com os termos do documento e subscreveram as popostas. Tais como promover a "exclusão da violência durante as pregações, sermões e homilias, ou ainda em declarações públicas".


Dentre os signatários, estão espíritas, representantes de religiões afro, judeus, budistas, juristas evangélicos e islâmicos. Abertamente contra, o Malafaia. Que só por se colocar contra, já nos poupa toques no teclado e espaço nessa Coluninha. "Fachin fez isso com interesses políticos para isolar o Bolsonaro", disse o mala que não é bobo.


O bozo já está isolado na sociedade, nos meios político e jurídico e começa a ficar no meio religioso. Esse bloco é o único capaz de isolar e deter o golpismo vivíssimo dos militares que tem no coisa ruim seu espantalho e boneco de ventríloquo.


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.



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