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Vereadora Benny Briolly deve receber escolta policial, decide Justiça

O pedido de escolta à parlamentar foi feito pelo Ministério Público Federal

Benny Briolly/Foto: Reprodução Facebook
Benny Briolly/Foto: Reprodução Facebook

A vereadora de Niterói Benny Briolly (Psol) deverá receber escolta policial em toda a Região Metropolitana do Rio. A decisão da Justiça foi tomada por meio de uma ação civil pública contra a União e o Estado do Rio e ainda cabe recurso. O processo correu em segredo de justiça e o resultado foi divulgado nesta sexta (20.abri.23).


O pedido de escolta à parlamentar, que é mulher trans, foi feito pelo Ministério Público Federal.


Benny Briolly foi a primeira parlamentar travesti eleita no Rio de Janeiro e a vereadora mais votada para Câmara Municipal de Niterói, no pleito de 2020. Em maio de 2021, a parlamentar chegou a deixar o país depois de receber ameaças de morte.



Entre as recorrentes ameaças, uma das mais sérias foi um e-mail citando o endereço da vereadora e exigindo que ela renunciasse ao cargo, ou, caso contrário, iriam até a casa dela para matá-la. Em julho de 2022, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu medidas cautelares para a vereadora.


"É uma grande vitória não só para mim, mas para todos aqueles e aquelas as quais eu represento e me colocaram no local onde eu ocupo e não me permitirei ser intimidada. Seguirei bravamente no que se refere aos interesses do povo. Se tanto me atacam, é um forte indício de que estou na direção certa. Não serei interrompida!", disse Briolly.


Com informações de OSG.


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