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RJ: Cinco mulheres conseguiram medidas protetivas a cada hora nos primeiros meses do ano

Dados são do Observatório Judicial de Violência contra a Mulher do Tribunal de Justiça até fevereiro


Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Brasil de Fato - A Justiça do Rio de Janeiro concedeu, até o fim de fevereiro, 8.036 medidas protetivas a mulheres vítimas de violência doméstica. Pela Lei Maria da Penha, a proteção tem por objetivo preservar a integridade física da vítima e impedir que o agressor se aproxime.


Isso significa que, em média, cinco mulheres conseguiram medidas protetivas contra agressores nos dois primeiros meses deste ano. Os dados são do Observatório Judicial de Violência contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).


O registro de medidas protetivas somente até fevereiro já contabiliza 21% do total do ano passado, que foi de 37.011 casos. A mulher que sofrer uma violência ou se sentir ameaçada pode solicitar a medida protetiva em qualquer delegacia ou pela internet.


Segundo os dados, o número de prisões também aumentou. De 2018, primeiro da série histórica, até o último ano, o crescimento foi de 101,5%. Em dois meses, 622 agressores foram presos.



Ligue 180 - O Ligue 180, serviço telefônico que orienta e encaminha denúncias de violência contra as mulheres, também passou a atender por um canal no WhatsApp. O atendimento está disponível para todo o Brasil, 24 horas por dia, durante os sete dias da semana, inclusive feriados.


Para abrir uma conversa com o Ligue 180 pelo Whatsapp é necessário salvar o número (61) 9610-0180 e enviar uma mensagem. Você também pode clicar aqui para abrir a conversa.


As Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) também passaram a funcionar 24 horas por dia, inclusive em feriados e finais de semana. Além das delegacias, qualquer pessoa que presenciar ou sofrer a violência pode ligar para a Polícia Militar pelo número 190 e solicitar uma viatura ao local.


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