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Exército se desmoraliza de vez com Cid fardado e calado na CPMI

Por Helcio Albano

O covarde/Foto: reprodução
O covarde/Foto: reprodução

A mando dos milicos, o coronel e ex-ajudante de ordens do bozo, o Mauro Cid, apareceu fardado na sessão da CPMI do Congresso que investiga os atos terroristas do 8 de janeiro.


O leva-e-traz da besta enquanto este infestou de enxofre o Alvorada - mas não a Alvorada - sentou-se como depoente, e calado ficou à frente dos deputados e senadores. Uma vergonha que fez até o insuspeito Arthur Maia (União) ficar irritado com o ato covarde do coronel. Só não teve voz de prisão porque preso está.


Não surpreende. Criaturas como o Cid serviram com afinco o imundo. E até onde se sabe, viveram e vivem felizes no chiqueiro, mesmo prestes a se afogarem na lavagem que já alcança as narinas. Há um pacto entre eles. Uma coisa meio omertá de facção misturado com fanatismo religioso à la Jim Jones. Coisa de louco.


Mas o que entristece mesmo é a desmoralização total do alto comando do Exército em abraçar o golpista. Onde esses caras querem chegar?



O uniforme verde-oliva com suas insígnias de oficial, ali, no banco dos réus do tribunal da História, nada mais foi que um ato de corpo e de confissão golpista. Tal ousadia, que pode ser lida como afronta, funcionou, ao fim e ao cabo, como um ultimato aos poderes constituídos: ou solta e nos esquece, ou vamos pra cima!


Na política nada é coincidência. A extrema-direita tá atiçada querendo sangue e caos. O que Bananinha, Nicole e Valadão fizeram não foi à toa. Agem pra tocar fogo no Brasil, quebrar tudo. Atrair, na marra, os tanques pras ruas.


E você sabe pra quem e onde mirarão seus canhões, num é?


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