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Lecinho é reeleito e oposição fica isolada na Câmara

Eleições da Mesa Diretora e das comissões ocorreram nesta quarta (14)


Por Cláudio Figueiras

Ele/Reprodução TV Câmara
Ele/Reprodução TV Câmara

O vereador Lecinho (MDB) foi reeleito presidente da Câmara de São Gonçalo, ao lado da atual Mesa Diretora, para o biênio 2023-2024, durante a sessão plenária realizada nesta quarta-feira (14), última sessão ordinária do ano.


A eleição para a formação da Mesa Diretora teve chapa única sendo reeleita por 25 votos favoráveis e somente uma abstenção (Prof. Josemar) dos 26 vereadores presentes.


Com a votação, a Mesa Diretora será composta, além do presidente Lecinho, pelo primeiro vice-presidente, Vinicius (Solidariedade); segundo vice-presidente, Magu dos Brinquedos (Avante); terceirovice-presidente, Claudionei Siqueira (PRB); primeiro secretário, Cici Maldonado(PL); segundo secretário, Bruno Porto (Cidadania); e terceiro secretário, PieroCabral (PMB).

Logo após a votação da Mesa Diretora, os vereadores aprovaram formação das comissões permanentes da Casa Legislativa.


Vereadores de oposição, que no biênio que se encerra estiveram à frente de algumas comissões, desta vez não encontraram espaço na nova composição aprovada pela maioria dos parlamentares, que são da base do governo capitão Nelson Ruas (PL).


Os casos mais emblemáticos ocorreram com a vereadora Priscila Canedo (PT) e Romario Regis (PDT), que perderam as presidências da Comissão da Mulher e da Comissão da Cultura, respectivamente.


Na Comissão da Mulher foi eleito o vereador Bruno Porto (Cidadania), que deixará a Câmara para assumir uma Secretaria no governo Nelson. Em seu lugar, assume a suplente Patricia Silva (Cidadania) em fevereiro de 2023.


Dois fatos inusitados ocorreram na sessão. O primeiro foi protagonizado pelo vereador e pastor da Igreja Universal, Claudinei Siqueira (Rep), que foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Combate ao Preconceito Racial e Religioso no lugar do Prof. Josemar (Psol), que se despede da Câmara para assumir uma vaga de deputado estadual na Alerj.


O segundo foi protagonizado pelo vereador Piero Cabral (PMB), que defendeu a candidatura de Porto por ele ser "mulher" e ter "direito de se achar mulher".


Bruno Porto é declarada e assumidamente homossexual.

 

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