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O Moro e sua opacidade de caráter

Por Helcio Albano

Ele, o canalha/Foto: Pedro França/Agência Senado
Ele, o canalha/Foto: Pedro França/Agência Senado

Moro é um canalha. Mas um canalha de tal envergadura, que às vezes me pergunto se o pulha já não transcendeu tal categoria da escrotidão humana. Existem canalhas que carregam em si algum charme, um certo carisma. Moro não. É um canalha absoluto. A canalhice de Moro não cabe sequer nuances. É um canalha pleno em toda a sua opacidade.


Lula, em entrevista ao 247, admitiu que quando preso tinha uma ideia fixa: foder o Moro. Ora, eu, você e qualquer um que não tenha sangue ralo nas veias, teria o mesmo sentimento de Lula. Vítima de uma trama que o encarcerou. Que matou sua mulher. Que o humilhou. Que o impediu até de se despedir do irmão e neto mortos no momento do cárcere de 580 dias em Curitiba.



Canalhas como Moro têm sempre uma rede tão canalha quanto para acionar quando preciso. E assim o fez com sua juíza amiguinha "copia e cola", que atropelou uma colega da 9ª Vara, titular do caso PCC, pra novamente usar a PF em narrativas a favor do pilantra. Depois, para mostrar que não era "armação", retirou o sigilo das investigações para blindar o biltre.


Num mundo ideal o "conge" nem seria juiz, pois analfabeto funcional. Já sendo, seria cassado pelo CNJ pois inapto. Na política, jamais duraria num partido, posto sua ambição desmedida e narcisística que só aceita lealdade a si mesmo. E, ainda sim, caso perseverasse entre a camarilha, seria rechaçado pela sociedade até em eleição de condomínio.


Mas ele é senador. E uma espécie de gente ainda pior que Bolsonaro...


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.



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