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São Gonçalo anuncia restaurante popular em Alcântara

Equipamento, com capacidade para 2.500 refeições a preços populares, deve ser entregue até o final do ano

Nelson e Quintal/Foto: Divulgação
Nelson e Quintal/Foto: Divulgação

O prefeito de São Gonçalo, Nelson Ruas (PL), e o secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Matheus Quintal, se reuniram nesta quarta (30) para discutir a construção do Restaurante Popular e a implementação do Café do Trabalhador. O Centro de Alcântara foi o local escolhido para receber os investimentos.


O Alcântara é o local ideal para receber esse projeto, pois é um dos nossos principais centros comerciais. Tenho certeza que a instalação vai trazer um benefício enorme para nossa população", afirmou o prefeito.


Depois da reunião com o prefeito, Quintal foi até a Rua São Pedro Alcântara, em um espaço que atualmente abriga o estacionamento da Secretaria de Transportes, para definir a construção do restaurante.

Até o fim deste ano iremos entregar à população de São Gonçalo o Restaurante Popular e o Café do Trabalhador. O processo de definição já está em andamento”, disse Quintal, que assinou um termo de compromisso juntamente com o prefeito de São Gonçalo.


As iniciativas, segundo a Prefeitura, vão de encontro às necessidades econômicas da população, agravadas pela pandemia do coronavírus.


Estamos desenvolvendo o projeto da melhor maneira possível para atender as necessidades da população gonçalense. Vamos garantir refeições dignas através de uma alimentação de qualidade. O município merece os benefícios do restaurante popular”, declarou o secretário municipal de Gestão Integrada e Projetos Especiais, Douglas Ruas.


O projeto é que o restaurante sirva 2.500 refeições diárias; já o Café do Trabalhador será oferecido logo nas primeiras horas do dia, com um café com leite, pão e uma fruta, ambos a preços populares.

Diante do desafio de enfrentarmos um momento de pandemia, considero importante o poder público de todas as esferas concentrar forças para combater a fome da população que perdeu seu emprego, os mais vulneráveis precisam de comida no prato”, afirmou o secretário de Assistência Social, Edinaldo Basílio.