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Renovação de 40% muda o mapa político da Alerj para 2027

há 3 horas
3 min de leitura

Assembleia terá 28 nomes fora da atual legislatura, 17 partidos representados e uma bancada de 21 deputados do PL


Plenário da Assembleia Legislativa – Foto: Alex Ramos (Ascom Alerj)
Plenário da Assembleia Legislativa – Foto: Alex Ramos (Ascom Alerj)


A eleição de domingo (4) produziu uma renovação de 40% na Assembleia Legislativa do Rio. Dos 70 integrantes da próxima legislatura, 28 não fazem parte da composição atual. Dois deles, porém, são velhos conhecidos: André Ceciliano (PT) e Márcio Canella (União Brasil).


A nova Alerj terá representantes de 17 partidos. O PL formará a maior bancada, com 21 deputados. PT e PCdoB somam dez cadeiras, enquanto o PSD terá nove. PSOL e PP elegeram cinco cada, e o União Brasil, quatro. Republicanos terá três. MDB, PDT, Solidariedade e PSB terão dois cada. Novo, PSDB, Agir, PRD e DC completam a composição, com uma cadeira cada.


Índia Armelau (PL) liderou a votação, com 248.504 votos. Na sequência aparecem Márcio Canella (197.178), Renata Souza (176.871), Dani Balbi (169.474) e Guilherme Delaroli (166.374).


A composição ainda pode mudar. O TSE analisa recursos de sete candidatos sub judice: João Drummond (PRD), Diego Alba (PSDB), Renato Machado (PT), Val Ceasa (PRD), Paulo Melo (União Brasil), Vaguinho Neguinho (PRD) e Luiz Martins (PSDB).


As três maiores forças – PL, PT/PCdoB e PSD – somarão 40 dos 70 deputados, 57,1% das cadeiras. A posse está prevista para 1º de fevereiro de 2027.


A renovação também decorre de derrotas e mudanças de cargo. Brazão, Franciani Motta, Lucinha e Rodrigo Amorim não disputaram. Outros oito concorreram a cargos diferentes. Douglas Ruas disputou o governo, Felippe Poubel e Thiago Gagliasso foram eleitos deputados federais, e Samuel Malafaia disputou como suplente de Carlos Portinho.


O sistema usado para distribuir as 70 cadeiras da Assembleia é proporcional. Além da votação individual, são considerados os votos obtidos pelos partidos e federações, o quociente eleitoral e as regras de distribuição das vagas.


Ficaram de fora nomes conhecidos, como Carlos Minc (PSB), Dionísio Lins (PP) e Alexandre Knoploch (PL).


Os 70 deputados estaduais eleitos


  • Índia Armelau (PL) – 248.504 votos

  • Márcio Canella (União Brasil) – 197.178

  • Renata Souza (PSOL) – 176.871

  • Dani Balbi (PCdoB) – 169.474

  • Guilherme Delaroli (PL) – 166.374

  • Rosenverg Reis (MDB) – 139.866

  • Elika Takimoto (PT) – 135.271

  • Anderson Moraes (PL) – 129.325

  • Costenaro (Novo) – 121.780

  • Dra. Gabriela (PL) – 96.267

  • Flávio Serafini (PSOL) – 95.666

  • Felipinho Ravis (PP) – 93.606

  • Alan Lopes (PL) – 93.396

  • João Pires (PSD) – 90.195

  • Verônica Lima (PT) – 85.421

  • Alexandre Isquierdo Malafaia (PL) – 83.461

  • Fernanda Neves (PDT) – 83.326

  • Rafael Nobre (União Brasil) – 76.706

  • Jair Bittencourt (PL) – 73.722

  • Léo Vieira Filho (PSDB) – 72.939

  • André Ceciliano (PT) – 70.628

  • Nelsinho Ruas (PL) – 70.552

  • Bruno Dauaire (União Brasil) – 69.119

  • Marina do MST (PT) – 66.167

  • Rodrigo Medeiros (PL) – 65.530

  • André Corrêa (PSD) – 65.188

  • Carlinhos BNH (PP) – 61.724


Quem não se reelegeu


  • Alexandre Knoploch (PL)

  • Carlos Macedo (Republicanos)

  • Carlos Minc (PSB)

  • Célia Jordão (PSD)

  • Dionísio Lins (PP)

  • Dr. Deodalto (PL)

  • Fabiani Vasconcelos (Agir)

  • Fábio Silva (União Brasil)

  • Filipe Soares (PSDB)

  • Fred Pacheco (PL)

  • Lilian Behring (PCdoB)

  • Professor Josemar (PSOL)

  • Renan Jordy (PL)

  • Renato Machado (PT) – sub judice

  • Sérgio Fernandes (PSD)

  • Val Ceasa (PRD) – sub judice

  • Valdecy da Saúde (PL)


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