Efeitos da guerra no Oriente Médio já chegam nos postos de SG e Niterói
- Jornal Daki

- 20 de mar.
- 2 min de leitura
Diesel é o mais impactado; postos relatam falta há dias e aumento nos custos; ANP determina ampliação de oferta pela Petrobras

O diesel é o combustível mais sensível porque o Brasil ainda depende de importações para suprir parte da demanda. O governo federal retirou impostos federais sobre o produto para tentar conter a alta, mas comerciantes relatam aumento de até 15% nos custos de compra junto às distribuidoras, pressionando o repasse ao consumidor.
Outro fator que contribui para a instabilidade é o temor de uma possível greve de caminhoneiros. Muitos motoristas têm antecipado o abastecimento, aumentando a demanda e pressionando a distribuição.
A escassez de combustível já atinge a Zona Sul e no Centro de Niterói e na região da Niterói-Manilha (BR-101), em São Gonçalo. Em alguns estabelecimentos, o diesel está em falta há três dias, sem previsão de reposição. Em outro posto, foram adquiridos apenas dez mil litros de diesel S-10, quantidade insuficiente para a demanda. Funcionários relatam que alguns pedidos foram cancelados e a reposição chegou somente após um dia sem o produto.
O caminhoneiro Eduardo Marques afirmou que abasteceu R$ 1.000 de diesel com receio de não encontrar depois. “Já rodei alguns postos e está difícil. Quando acha, ou está mais caro ou tem pouca quantidade”, disse.
O presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis do Rio (Sindcomb), Manuel Fonseca, informou à BandNews que há relatos de falta de combustível em postos na Rodovia Presidente Dutra e na capital.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou que a Petrobras amplie a oferta de diesel e gasolina após cancelamentos de leilões que abastecem distribuidoras, medida que visa evitar o agravamento da crise.
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