Convivendo com nossos pares e ímpares também
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Convivendo com nossos pares e ímpares também

Por Rofa Rogério Araújo


Jornal Daki com IA
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Existe uma expressão bem utilizada que diz: “Faça isso ou aquilo com seus pares”. Ela significa interagir, conviver ou trabalhar com pessoas do mesmo nível, grupo social, profissional ou idade, diminuir igualdade de status ou condição. A expressão refere-se a colegas, pares profissionais ou companheiros que compartilham experiências semelhantes. 

Exemplos não faltam de cunho profissional: “O diretor conviveu com seus pares durante uma conferência”; na educação ou social, “A criança aprende habilidades sociais interagindo com seus pares”; e na saúde ou empoderamento, “O paciente atua com seus pares na busca pelo melhor tratamento”. 


Porém, se somente assim poderia ser difícil, mas nem tanto. Além de conviver na vida com pessoas mais próxima de nossa realidade, digamos assim, convivemos, também, com os “ímpares” que seria justamente o contrário dos “pares”: aqueles indivíduos que não conhecemos e passamos a conviver por livre e espontânea pressão.


E como é complicada a convivência com o novo, o estranho ou aquilo que não estamos acostumados na nossa zona de conforto com um ambiente familiar. E todos passamos por isso na creche, na escola, na faculdade, no trabalho e até em família mesmo que por mais que sejam pessoas de nosso sangue, alguns são “carne de pescoço” e difícil de se lidar.

Conviver com pessoas é um processo contínuo de autoconhecimento, inteligência emocional e tolerância, essencial para o aprendizado e crescimento pessoal. A chave para uma boa convivência envolve respeitar diferenças, manter a calma, definir limites saudáveis para proteger a própria saúde mental e evitar a “positividade tóxica”. 


Alguns princípios básicos da boa convivência, incluem: desenvolva empatia, respeitando as diferenças de opinião e culturas, o que é fundamental em uma sociedade plural; reconheça que nem todos os dias serão bons e que a convivência envolve lidar com altos e baixos, tanto positivos quanto negativos; aprenda a dialogar e a ouvir, reconhecendo as “zonas de dificuldade” (agressividade, teimosia) para interagir melhor.


E uma pergunta a ser respondida nesse caso é: “Como lidar com Pessoas difíceis?”: mantenha a calma e a distância não se igualando a comportamentos impulsivos e, se necessário, afaste-se para se autorregular; evite o “jogo” Pessoas difíceis muitas vezes provocam; resistir à tentação de se defender, justificar ou contra-atacar é a melhor estratégia; estabeleça limites, preservando sua saúde mental e não absorva a negatividade alheia; e não tente mudar os outros, aceitando a realidade de quem está à sua frente e concentre-se na sua própria reação. 


A importância da convivência não é apenas para evitar conflitos, mas uma forma de enriquecer a vida através da troca de experiências, o que proporciona um desenvolvimento cognitivo e emocional significativo. 


Parece que se vive já é complicado, enfrentando, como diz um termo, “Enfrentando um leão por dia”, imagine o que dizer do conviver com pessoas bem diferentes de nós, nas ideias, nos comportamentos e com reações totalmente imprevisíveis.  


Então, que possamos cada vez ter sabedoria na convivência com os próximos ou mesmo aqueles mais distantes, convivendo com nossos pares e ímpares também.


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Rofa Araujo é jornalista, escritor (cronista, contista e poeta), mestre em Estudos Literários (UERJ), professor, palestrante, filósofo e teólogo. 

  


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