Polícia volta a ouvir testemunhas sobre morte na BR-101
- Jornal Daki
- há 30 minutos
- 2 min de leitura
Versões divergentes sobre ação do Recom em São Gonçalo motivam novos depoimentos

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) decidiu convocar novamente testemunhas e policiais do batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) para esclarecer a morte de Alan de Souza Nascimento, ocorrida na madrugada de sábado (21), na BR-101, altura do bairro Boaçu.
Segundo relatos de amigos da vítima, o grupo retornava do trabalho por volta das 2h, em direção ao bairro Gradim, quando o carro em que estavam foi abordado por homens armados. Eles teriam obrigado o motorista a atravessar o veículo na pista para facilitar um arrastão. Ainda de acordo com testemunhas, uma equipe do Recom chegou atirando e Alan foi baleado na região da costela. Socorrido, não resistiu aos ferimentos.
Um dos ocupantes do automóvel afirmou que não houve troca de tiros e que os criminosos fugiram antes da chegada da polícia. Já a versão oficial da Polícia Militar sustenta que os agentes foram acionados para checar informações sobre um arrastão e, ao chegarem, teriam sido recebidos a tiros, iniciando confronto. Após o tiroteio, os suspeitos escaparam.
A morte de Alan gerou revolta entre moradores, que realizaram protesto na tarde de sábado e bloquearam a BR-101, cobrando justiça e respostas sobre a ação policial.
Com versões divergentes, a DHNSG busca esclarecer se houve erro de abordagem ou excesso por parte dos agentes. O caso reacende o debate sobre segurança pública e a atuação da polícia em operações de alto risco em áreas urbanas.
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