Escolher um lado ou por conveniência?
- Jornal Daki
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Por Rofa Rogério Araújo

Dizem e é a mais pura verdade, que sempre há dois lados de uma história, de uma sociedade e de tudo na vida, se pensarmos bem.
Quando se escolhe um lado, geralmente é por afinidade com as pessoas ou ideias defendidas no grupo. Mas, tem casos que após tempo de um lado, o indivíduo “vira a casaca” e muda como se mudasse de camisa. E a pergunta que se faz é: mudou de lado, mas mudou, também, suas ideias que defendia ou foi apenas por conveniência?
Quantos casos por aí, ainda mais na política, que um fala mal do outro o xinga disso e daquilo e, depois, num passo de mágica passa a apoiar ou mesmo muda de partido daquele que tanto criticava? Não seria o caso de, no mínimo, desconfiar dessa sua nova posição? O povo muito sem noção parece ignorar e votar nessa mesmo com tudo isso junto.
Ao mesmo tempo, mudar de lado não é sinal de fraqueza, mas pode ser um sinal de adaptação inteligente e coragem para explorar o desconhecido e uma nova realidade que se apresente no presente. Quando o caminho atual não leva mais ao seu sucesso, trocar de direção permite transformar obstáculos em novas oportunidades.
Mudar de lado ou de direção, muitas vezes, significa que você está disposto a abandonar caminhos que levam sempre aos mesmos lugares, permitindo que o progresso aconteça. Como dizem os especialistas, “a mudança é uma porta que só abre pelo lado de dentro”.
Um provérbio chinês sobre isso, diz: “Se você não mudar a direção, terminará exatamente onde partiu”. E não mesmo que se ficarmos caminhando pelas mesmas trilhas nos levará sempre aos mesmos locais?
O autor de “O pequeno Príncipe”, Antoine de Saint-Exupéry, disse: “Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar”. Muitas vezes olhar de outro ângulo é a melhor solução possível e necessária.
Mahatma Gandhi, pacifista e ativista indiano que promoveu a independência desse país, disse: “Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim”. Às vezes é necessário mudar até mesmo por questões de sobrevivência na conjuntura seque se encontra.
Charles Darwin, criador da teoria da evolução das espécies, disse algo muito interessante: “As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças”. E como tem gente que fica no meio do caminho porque é acesso às mudanças e não se atualizam, permanecendo fazendo sempre a mesma coisa.
Clarice Lispector, romancista brasileira, disse: “Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”. Quantas vezes a pessoa quer tudo para ontem e não tempo para ela mesma se atentar par as mudanças que ardem em si mesmo?
Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, deixou essa frase que s impulsiona: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Se queremos mudanças, que elas comecem em nós mesmos para mostrar o que realmente queremos.
John F. Kennedy, 35º presidente dos Estados Unidos, deixou esse legado na frase: “A mudança é a lei da vida. Aqueles que olham apenas para o passado ou para o presente serão esquecidos no futuro”. O que fazemos hoje é semearemos amanhã. Muitos não investem no hoje e querem colher muitos frutos não plantados no presente. Tudo é uma semeadura, iniciada no plantio no tempo atual.
Confúcio, filósofo chinês, deixou a seguinte frase: “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas”. Se não podemos controlar o que ocorre ao nosso redor, mude, “ajuste as velas” para direcionar para melhores oportunidades.
Escolha um lado sim, mas não por conveniência, mas para o seu próprio bem.
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Rofa Araujo é jornalista, escritor (cronista, contista e poeta), mestre em Estudos Literários (UERJ), professor, palestrante, filósofo e teólogo.












































