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Sindicatos fazem ato nacional contra a reforma administrativa

Sindicato dos servidores de São Gonçalo, porém, decidiu fazer manifestação avulsa na sexta (20). Os protestos pelo Fora Bolsonaro ficaram de fora da pauta de luta da entidade


Por Cláudio Figueiras

Protestos ocorrem em todo o país/Foto: Divulgação
Protestos ocorrem em todo o país/Foto: Divulgação

Centrais sindicais e movimentos sociais de todo o Brasil realizam nesta quarta-feira (18) uma série de paralisações em diversas cidades do país, com destaque em Brasília.


O objetivo é conscientizar a classe trabalhadora e a sociedade, de um modo geral, sobre as mudanças perversas pretendidas com a Medida Provisória 1045 e na proposta de reforma administrativa (PEC 32) que tramitam no Congresso Nacional, apresentadas pelo governo Bolsonaro, através do ministro da economia, Paulo Guedes.



Definido pelo movimento como Dia da Luta Sindical, o 18 de agosto será marcado também por protestos pelo Fora Bolsonaro, que segundo as entidades é o grande responsável pela crise sem precedentes atravessada pelo país, em todos os setores da vida nacional.


Os dirigentes dos órgãos de classe lembram que, atualmente, um em cada três brasileiros está desempregado ou em desalento (quando o trabalhador desiste de procurar uma vaga), enquanto os demais, em grande parte, se mantêm em ocupações precárias ou com salários insuficientes.



Os organizadores pediram ainda para que todos os participantes dos atos sigam as rigorosas normas previstas nos protocolos sanitários de combate à Covid-19, evitando riscos de contaminação.


São Gonçalo

O Sindicato dos Servidores Públicos Efetivos de São Gonçalo (Sindspef-SG), que representa, em sua maioria, trabalhadores da saúde e da guarda municipal, não segue os atos nacionais de hoje em todo o Brasil.



A entidade, após assembleia realizada na noite de ontem (17), preferiu não se vincular aos atos nacionais promovidos pelas principais centrais sindicais do país, e fazer manifestação "avulsa" com meia-paralisação na próxima sexta (20).


Além da PEC 32, o sindicato incluiu como pauta a revisão salarial anual pelo governo Nelson Ruas (PL).


Os protestos pelo Fora Bolsonaro não farão parte das pautas de luta do Sindspef na manifestação






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