Adolescente de escola em Bangu é agredida por outra aluna e tem o maxilar quebrado
- Jornal Daki

- há 3 horas
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A 34ª DP (Bangu) apura o caso

Uma estudante de 15 anos da Escola Municipal Raphael Almeida Magalhães, localizada em Bangu, na Zona Oeste, foi agredida por outra aluna, com socos e puxões de cabelo, que resultaram na quebra de dentes e maxilar nesta terça-feira (19). A vítima seria alvo de bullying há meses. A Secretaria Municipal de Educação e a Polícia Civil investigam o caso.
As agressões ocorreram fora da unidade, em uma rua próxima ao colégio. A jovem recebeu vários socos e tapas no rosto, além de ser derrubada no chão pela agressora. Tudo isso foi gravado por alunos. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste. De acordo com a Secretária Municipal de Saúde (SMS), ela recebeu os primeiros socorros, realizou exames de imagem e avaliação da equipe multidisciplinar. Após o período de observação, a paciente teve alta com orientações médicas.
Ainda segundo a pasta, a rede de Atenção Primária foi acionada para dar continuidade ao cuidado à adolescente e garantir que ela tenha o suporte que precisa. Ela também recebeu uma visita domiciliar da equipe de saúde da família na quarta-feira (20).
Em nota, a SME informou que repudia qualquer forma de agressão dentro ou fora do ambiente escolar. De acordo com a pasta, a aluna já havia sido transferida para outra turma por causa de um desentendimento anterior com a colega. No entanto, após a agressão desta terça, a Secretaria transferiu a agressora para outra escola.
Ainda segundo o órgão, a vítima da agressão e a sua família estão recebendo todo o acolhimento e acompanhamento necessários. A Secretaria também instaurou uma sindicância e encaminhou o caso ao Conselho Tutelar. Sobre a estudante ser alvo de bullying, a SME ressaltou que a rede mantém ações permanentes de prevenção a esse crime e à violência, por meio do Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Escolas (Niap), formado por equipes de psicólogos, assistentes sociais e pedagogos.
A 34ª DP (Bangu) apura o caso. Segundo a Polícia Civil, as representantes legais das envolvidas e a diretora da escola prestaram depoimento. As diligências estão em andamento para apurar os fatos.
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