“Mamãe, eu quero...”
- Jornal Daki
- há 3 minutos
- 2 min de leitura
Por Rofa Rogério Araújo

A criança quando nasce, logo chora porque quer mamar ou por outro motivo justo ou por manha. E não para, enquanto não consegue o que quer!
Quando vai crescendo, a pessoa, acostumada com essa prática, chora, grita e bate o pezinho para continuar, com isso, a dizer: “Mamãe, eu quero...” (como uma famosa marchinha de carnaval: “Mamãe, eu quero, mamãe, eu quero/Mamãe, eu quero mamar/Dá a chupeta pro bebê não chorar...”).
Toda MÃE, por instinto natural, faz tudo por seu filho. Nas regiões mais precárias, ela dá a única comida à sua criança, não pensando nela. Em outras, pode até dar a vida por ela, até num parto complicado.
E o filho cresce e se torna adulto... e o que passa a querer? Ganhar todas, bater o pé e exigir que todos ajam como a sua mamãe? Talvez para muitos, sim. Outros, já não pensam assim e sabem que, no mundo, a coisa é bem diferente...
O que, certamente, o FILHO mais deseja é ter a sua MÃE ETERNA. Ao perdê-la, não há substitutos em seu coração. E uma ferida que não cicatriza!
A vida traz a maior alegria do filho: a sua MAMÃE e a maior tristeza: a sua perda. É preciso aproveitar este PRESENTE PRECIOSO dado pelo nosso Deus e dar um abraço, que é o melhor presente, como um “colar” para a mãe.
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Rofa Araujo é jornalista, escritor (cronista, contista e poeta), mestre em Estudos Literários (UERJ), professor, palestrante, filósofo e teólogo.











































