Ator de 'Dark Horse' relata agressão e ofensas durante gravações do filme sobre Bolsonaro
- Jornal Daki
- há 5 minutos
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Episódio ocorreu no Memorial da América Latina, em São Paulo. Boletim de ocorrência foi registrado e a Secretaria de Segurança Pública instaurou inquérito

Um ator registrou boletim de ocorrência após afirmar que foi agredido e chamado de “ladrão” durante as gravações do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O caso ocorreu no Memorial da América Latina, na Zona Oeste de São Paulo, durante uma revista na entrada do set.
Segundo o relato, os atores eram revistados por homens apresentados como policiais por se tratar de uma gravação estrangeira. O ator disse que segurava uma blusa quando um integrante da equipe, descrito por ele como “um americano”, puxou a peça de sua mão e pediu que ele deixasse o local. O homem afirmou que foi chamado de “ladrão” e conduzido até a saída por seguranças.
Ao retornar ao set para buscar pertences, um segurança passou a encará-lo e apontar o dedo em sua direção. “Nisso eu só levantei a mão para pedir pra ele se afastar um pouco, e ele deu um tapa na minha mão. Aí eu o empurrei para sair de cima de mim, nisso ele voltou e me deu um soco no rosto e testa”, diz trecho do boletim.
Um documento médico da UPA que atendeu o ator aponta um “pequeno ferimento de menos de 1 centímetro na região frontal da cabeça”. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que há inquérito aberto para investigar o caso.
O episódio ocorre em meio a outras apurações envolvendo a estrutura ligada ao filme. O Ministério Público de São Paulo investiga irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões entre a Prefeitura de São Paulo e a ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), que pertence à sócia da produtora de “Dark Horse”.
O acordo prevê a instalação de 5 mil pontos de wi-fi público na periferia paulistana. O inquérito foi instaurado após denúncia do vereador Nabil Bonduki (PT), que aponta indícios de direcionamento e superfaturamento.
Via DCM.
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