Loja nega irregularidades após apreensão de arsenal em São Gonçalo
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Loja nega irregularidades após apreensão de arsenal em São Gonçalo

Empresa afirma que documentação foi concedida pelo Exército legalmente

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Após a apreensão de um arsenal com mais de 160 armas de fogo e milhares de munições em um estabelecimento no Alcântara, em São Gonçalo, o local segue funcionando normalmente e, segundo a empresa, não há irregularidades no local, com todo o armamento e a munição sendo comercializados com autorização do Exército.

A operação foi realizada nesta quarta-feira (8) por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), com apoio do Exército Brasileiro. Ao todo, foram recolhidas pistolas, rifles, revólveres, espingardas e mais de 7.800 munições durante a fiscalização.


De acordo com a polícia, a ação faz parte de uma investigação que apura a falsificação de documentos públicos utilizados para viabilizar o armazenamento e a posse de armas de fogo.

Em resposta, o assessor jurídico da empresa, Marcelo Laia, afirmou que a documentação utilizada para a comercialização das armas foi obtida de forma legal, após autorização do Exército, e que eventuais inconsistências encontradas na documentação não seriam de responsabilidade da loja.


“A assessoria jurídica vem, por meio da presente, esclarecer que a loja de armas em questão permanece em pleno funcionamento, exercendo regularmente suas atividades comerciais, não havendo qualquer determinação de suspensão ou encerramento de suas operações até o presente momento.


Informa-se, ainda, que há procedimento de apuração em curso, o qual, em princípio, versa sobre eventual irregularidade relacionada à transferência de acervo oriundo de outras duas lojas que encerraram suas atividades comerciais.

Ressalta-se que toda a documentação pertinente a tais transferências foi devidamente emitida pelo Exército Brasileiro, órgão competente para fiscalização e controle das atividades envolvendo produtos controlados, o que demonstra a observância, em tese, dos trâmites administrativos exigidos.


Por fim, destaca-se que a referida apuração encontra-se em fase inicial, não havendo, até o momento, qualquer conclusão definitiva quanto à existência de irregularidades, devendo ser respeitados os princípios do contraditório e da ampla defesa.


"Sem mais para o momento, permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais".

*Com informações OSG

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