Polícia investiga denúncias de má conservação em cemitério de Duque de Caxias
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Polícia investiga denúncias de má conservação em cemitério de Duque de Caxias

Investigação iniciou após túmulos serem encontrados abertos e ossadas localizadas em sacos plásticos

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Polícia Civil investiga uma denúncia sobre problemas de conservação no Cemitério Nossa Senhora do Belém, no Corte 8, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A investigação iniciou após túmulos serem encontrados abertos e ossadas localizadas em sacos plásticos.

Agentes da 59ª DP (Duque de Caxias) já colheram o depoimento de um responsável pelo cemitério. Ele foi conduzido para a distrital depois de policiais realizarem perícia no local, na última sexta-feira (8).


De acordo com a Civil, os investigadores pediram documentos que esclareçam a situação. Outras diligências estão em andamento.


A Prefeitura de Duque de Caxias acompanha o caso. Equipes da Secretaria Municipal de Segurança Pública, da Secretaria de Serviços Públicos, da Secretaria do Meio Ambiente e da Guarda Municipal participaram da ação junto com a 59ª DP na última sexta.

Segundo a prefeitura, os cemitérios do município são administrados por pela empresa AG-R desde 2011, em uma concessão com validade de 20 anos. Por atuação da Procuradoria-Geral, o Poder Executivo vem, desde 2020, tentando retomar a administração por meio de medidas judiciais.


"Mesmo sendo a administração do cemitério de responsabilidade da concessionária, a Prefeitura de Duque de Caxias enviou equipe para realizar fiscalização imediata, e medidas administrativas sancionatórias serão tomadas em caso de comprovação dos tristes fatos narrados na denúncia", explicou em nota.

A prefeitura esclareceu ainda que, até o momento, não recebeu nenhuma denúncia formal relacionada ao cemitério.


O município disponibiliza canais oficiais para que os moradores possam encaminhar sugestões, reclamações, denúncias e elogios: Ouvidoria Geral, através do e-mail ouvidoria@duquedecaxias.rj.gov.br e do número de telefone (21) 3900-1651; e Aplicativo Colab - disponível gratuitamente na Google Play Store (Android) e na App Store (iOS), onde, após um simples cadastro, o cidadão pode acessar e utilizar os serviços oferecidos.


A reportagem entrou em contato com a empresa responsável pelo cemitério, mas não teve retorno. O espaço está aberto para manifestação.

*Com informações O Dia

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