A chefe do ICE não solta a mão dos algozes do Orelha
- Jornal Daki
- há 2 horas
- 2 min de leitura
Por Helcio Albano

Kristie Noem. Guarde bem esse nome. Hoje li uma matéria no Uol perturbadora.
Ela comanda o Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão que supervisiona o ICE. Aquela polícia racista do Trump eufemisticamente batizada de anti-imigração, que prende e expulsa os indesejados do regime, quando não mata a sangue frio seus próprios concidadãos. Como recentemente ocorreu em Minnesota.
Kristie, mulher republicana de quatro costados, ex-governadora de Dakota do Sul, admitiu ter matado a tiros sua cadela de estimação.
"Eu odiava aquela cachorra", revelou em seu livro autobiográfico em 2024. Ao dizer o motivo de ter ceifado a vida do animal, justificou:
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"Era intreinável e perigoso. Menos que inútil", indiferente ao sentimento que sua filha nutria pela cadela.
Na publicação, também revela ter matado, com dois tiros, um bode: "Desagradável, malvado e fedorento".
Ao ser indagada por que fez o que fez, ela disse que, na fazenda, assim como na política, deve-se tomar decisões difíceis. E, assim, ela estaria apta a assumir responsabilidades que exigissem sacrifícios. Neste caso, dos outros.
Kristie não disse, mas pelo 'timing' das revelações, pode ser entendido como, "olha, se fui capaz de matar minha cadela de estimação, e um bode porque fedia, posso ir além se for exigida pra isso". Isto é, matar pessoas. E não sei se pra Kristie teria muita diferença de um latino pra um bode. Ou de um concidadão, branco e democrata, pra sua cadela.
O que há de semelhança entre os EUA e "Santa CataReich", depois do caso Orelha?
Os dois estão imersos em ódio e sociopatia, aquilo que a humanidade já experienciou na Alemanha nos anos 1930-40.
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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.


















































