Colocando em prática a felicidade e a simplicidade
- Jornal Daki
- há 4 minutos
- 3 min de leitura
Por Rofa Rogério Araújo

O filósofo alemão Nietzsche deixou uma frase a respeito da felicidade e da simplicidade que muito nos leva a pensar e repensar: “É muito fácil complicar as coisas, mas difícil torná-las fáceis”. E como tem gente que complica as coisas ao invés de facilitar.
Para Nietzsche, a felicidade não é um estado de conforto constante, mas uma experiência fugaz e intensa, frequentemente ligada à superação de desafios e à simplicidade de viver o momento (o “sim” à vida). Ele valorizava a simplicidade como a capacidade de destilar a complexidade e focar no que é essencial, evitando o supérfluo.
A respeito da felicidade, deixou as reflexões de a sua fórmula é uma espécie de “sim”, um “não” e um objetivo, potência com intensidade, sem medo e com a facilidade do destino. Diferente da busca por conforto contínuo, a felicidade para Nietzsche é volátil, comparada à alegria das borboletas ou bolhas de sabão. A verdadeira felicidade inclui aceitar que a dor e a dificuldade fazem parte da vida, não se tratando de evitar o sofrimento, mas de dar sentido a ele. É essencial para a jovialidade, o esquecimento permite desfrutar do presente sem o peso do passado.
Já sobre a simplicidade, argumenta que “É muito fácil complicar as coisas, mas difícil torná-las simples”, apresentando que simplificar exige arte e maestria. A chamada simplicidade não é apenas pobreza material, mas a remoção do necessário para focar na atenção, claro mental e não que realmente importa. A verdadeira sabedoria envolve encontrar a felicidade nas pequenas coisas, com foco na presença e na atitude.
Dessa forma, a filosofia nietzschiana propõe uma vida onde a simplicidade é um caminho para a intensidade da experiência e a facilidade acessível de cada momento, incluindo seus desafios.
Algo dizer: “Não é a força, mas sim a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade”, Nietzsche diz como é importante as ações com resultados satisfatórios, mesmo que não sejam grandiosos.
Também deixou algo que nos faz refletir a respeito das atitudes de muitos: “Às vezes, as pessoas não querem ouvir a verdade porque não querem que suas ilusões sejam destruídas”. E como tem gente que constrói ideias e enraízam de tal forma que não querem que sejam derrubadas nem com a verdade, pois as ilusões sobre elas são enormes e dificilmente desfeitas.
A respeito do título essa crônica, baseada no que refletimos sobe a frase citada de Nietzsche, vale mencionar o conhecido bordão do apresentador de televisão brasileiro Abelardo Barbosa, o Chacrinha: “Eu vim para confundir, e não para explicar”. Parece pitoresca, mas não é uma grande verdade a respeito da atitude de muita gente? Quantos mais parecem um carretel de linha de tão enrolados, já que não ajudam e atrapalham o caminho de muitas pessoas?
Vamos, enfim, colocar em prática cada vez mais a felicidade que é individual e não se encontra no lado externo somente, mas principalmente dentro de nós mesmos. Se não fosse assim os ricos seriam muito felizes e não é o caso, já que temos constantes caso até de suicídios entre esse seleto grupo.
E muito da dita e a almejada felicidade está na simplicidade do que fazemos e como vivemos. E que vivamos assim, felizes e constantes por toda nossa existência.
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Rofa Araujo é jornalista, escritor (cronista, contista e poeta), mestre em Estudos Literários (UERJ), professor, palestrante, filósofo e teólogo.












































