Fintechs voltam no centro do maior esquema criminoso do Brasil
- Jornal Daki

- 28 de ago
- 2 min de leitura
Atualizado: 28 de ago
Por Helcio Albano

Hoje (28) todos os jornais noticiam que uma força tarefa de 1.400 agentes liderada pela Polícia Federal fez operação para desarticular a infiltração do crime organizado pelo PCC em negócios regulares da economia formal.
Os estados devassados pela operação são Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.
Todos eles, TODOS!, governados pela direita limpinha e cheirosa que vomita corrupissaum [dos outros] e não resiste a um "pega ladrão".
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Segundo a Receita Federal, que deu toda a planta do ultrassofisticado esquema criminoso nos setores financeiro e de combustíveis, foram movimentados pela facção paulista - sente pra não cair pra trás - mais de R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, quando a PF, já no governo Lula, iniciou a investigação.
Para movimentar a dinheirama, o PCC usava corretoras da Faria Lima, fundos de investimentos e, e... fintechs.
Essas mesmas que, agora sabemos o porquê, políticos da direita, sobretudo os ligados ao bolsonarismo, atuaram desavergonhadamente pra que esses bancos digitais continuassem como verdadeiros paraísos fiscais dentro do território nacional longe do monitoramento do Banco Central.
Eu escrevi sobre isso: a grita no início do ano contra a taxação (falsa) do Pix foi um caô inventado pela direita bandida pra deixar as fintechs livres pra lavar dinheiro sujo.
A Polícia Federal acredita que o PCC é quem controla o setor de combustíveis no Brasil. A BR Distribuidora foi privatizada em 2021.
Coincidências, apenas coincidências...
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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.














































































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