Decisão de Dino contra supersalários é aprovada por 72,1% dos brasileiros, aponta pesquisa
- Jornal Daki

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Levantamento AtlasIntel mostra apoio majoritário à suspensão de penduricalhos no serviço público; índice de rejeição é de 15,7%

A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu o pagamento de penduricalhos não previstos em lei a servidores dos três Poderes é aprovada por 72,1% dos brasileiros, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada em parceria com o jornal Estado de S. Paulo. A rejeição à medida é de 15,7%, e 12,2% não souberam opinar.
Os penduricalhos são verbas indenizatórias que não entram no cálculo do teto constitucional do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46,3 mil. Na prática, esses adicionais permitem que vencimentos ultrapassem o limite legal, muitas vezes sem previsão em lei. Em 5 de fevereiro, Dino suspendeu essas vantagens e, duas semanas depois, ampliou a decisão para proibir a criação de novas verbas do tipo.
O apoio à decisão é transversal. Entre mulheres, chega a 79,6%; entre pessoas com mais de 60 anos, a 88,7%; entre eleitores de Lula, 87,9% aprovam; entre eleitores de Bolsonaro, 60,7% também apoiam a medida.
O episódio ganhou repercussão durante o julgamento no STF, quando a presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho defendeu os pagamentos extras. Ela recebeu mais de R$ 696 mil em verbas após se aposentar e teve rendimento superior a R$ 110 mil em um único mês.
O julgamento da liminar de Dino foi iniciado no plenário do STF e será retomado na próxima semana.
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