Justiça mantém prisão de Rodrigo Bacellar após audiência de custódia
- Jornal Daki

- há 5 dias
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Ex-deputado foi preso pela PF em operação autorizada por Moraes e é investigado por vazamento de informações e obstrução de investigações

A prisão do ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) foi mantida neste sábado (28) após audiência de custódia realizada de forma on-line. A audiência ocorreu no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, unidade para onde Bacellar foi transferido neste sábado.
Ele havia sido preso pela Polícia Federal (PF) na sexta-feira (27), em sua casa de campo, em Teresópolis, na Região Serrana. A detenção foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Após a prisão, Bacellar foi levado para a Superintendência da PF, na Zona Portuária do Rio, e posteriormente encaminhado ao sistema prisional.
A prisão faz parte da terceira fase da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura o vazamento de informações sigilosas relacionadas a ações policiais contra o Comando Vermelho, uma das principais facções criminosas do estado.
Além do mandado de prisão, os agentes também cumpriram ordem de busca e apreensão. Segundo a PF, a operação está vinculada a determinações do STF no âmbito da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que estabelece diretrizes para ações de segurança pública e investigações no Rio.
Moraes aponta risco à ordem pública
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes destacou indícios de que Bacellar teria participação em organização criminosa e atuação para atrapalhar investigações.
O ministro também apontou risco à ordem pública, considerando a influência política do investigado.
Outro ponto considerado foi a recente cassação do mandato de Bacellar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no contexto das investigações envolvendo o escândalo do Ceperj.
Segundo Moraes, a perda do cargo aumenta a necessidade da prisão preventiva, já que elimina eventuais vínculos institucionais e amplia o risco de interferência nas apurações.
*Com informações Agenda do Poder
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